Playboy Nº 388 | Setembro/2007 | Bárbara Paz | Exemplar de Assinante | Luva Promocional + Pôster Presente

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Fotografada por Márcio Scavone no Teatro Oficina em ensaio inspirado em Marilyn Monroe, com material promocional preservado e miolo íntegro.

O palco parecia um destino natural para uma atriz que acabava de atravessar mais uma fase de grande exposição na televisão. Poucas semanas depois do encerramento de sua protagonista em Maria Esperança, Bárbara Paz transformava o Teatro Oficina em cenário para um ensaio construído em torno de interpretação, luz e referências a Marilyn Monroe. O resultado é uma Playboy muito ligada ao momento profissional da atriz — e, neste exemplar, a presença da luva promocional, do pôster e da condição de assinante acrescenta uma camada que normalmente se perde com o passar dos anos.

Estado Geral de Conservação: ÓTIMO

  1. CAPA: muito bem preservada, com boa apresentação visual, brilho e cores mantidos. Apresenta apenas uma pequena mancha junto à borda direita, de baixa interferência estética, além de discretíssimos sinais naturais de manuseio nas extremidades.
  2. CONTRACAPA: ótimo estado de conservação, limpa e bem preservada, mantendo boa integridade gráfica e sem danos estruturais relevantes.
  3. LOMBADA: firme e íntegra, sem abertura ou ruptura. Apresenta discretos sinais de desgaste por atrito nas extremidades superior e inferior, compatíveis com armazenamento e manuseio.
  4. LUVA PROMOCIONAL: presente e em excelente estado de conservação. Peça avulsa de forte interesse colecionável, com composição de capa própria e publicidade de época no verso, conservando muito bem bordas, impressão e estrutura. Acompanha este exemplar de assinante; não há confirmação documental suficiente para afirmar que sua distribuição tenha sido exclusiva dessa modalidade.
  5. PÔSTER: presente e em excelente estado de conservação, com Bárbara Paz, constituindo um dos principais diferenciais de completude do exemplar.
  6. MIOLO: firme, completo e em ótimo estado geral, sem rasgos, recortes ou perdas aparentes. Há leve tonalidade amarelada em algumas páginas pela ação natural do tempo, com amarelamento mais acentuado na página 59. O conjunto permanece limpo, sólido e plenamente adequado para coleção.
  7. OBSERVAÇÃO: exemplar de assinante, com indicação de venda proibida impressa na própria edição. A última página apresenta amarelamento mais acentuado pela ação do tempo. Mesmo com esses sinais pontuais de envelhecimento, o conjunto se destaca pela integridade do miolo e pela presença da luva promocional e do pôster.

Bárbara subiu ao palco para o ensaio; quase vinte anos depois, o que chama atenção é outro espetáculo: encontrar a Nº 388 de assinante ainda acompanhada da luva e do pôster.

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Informações Rápidas

  1. Revista: Playboy Brasil
  2. Tipo de edição: Exemplar de Assinante
  3. Número da edição: 388
  4. Ano/Data: Setembro de 2007 — Ano 33
  5. Quantidade de páginas: 162 páginas, contando a contracapa
  6. Editora: Editora Abril
  7. Preço de capa da época: R$ 10,99
  8. Modelo de capa: Bárbara Paz
  9. Fotógrafo do ensaio principal: Márcio Scavone
  10. Pôster: Bárbara Paz — presente
  11. Material adicional: Luva promocional avulsa — presente
  12. Origem de circulação: Exemplar de assinante — venda proibida

Modelo em Destaque — Bárbara Paz

Bárbara Raquel Paz, nascida em 17 de outubro de 1974, em Campo Bom, Rio Grande do Sul, chegou às bancas nesta edição aos 32 anos e em um momento particularmente interessante de sua trajetória. Muito antes de sua imagem se tornar conhecida pela televisão, construiu formação ligada ao teatro; a projeção de massa veio em 2001, quando venceu a primeira edição da Casa dos Artistas, fenômeno de audiência do SBT que transformou seus participantes em nomes nacionais.

A televisão não encerrou sua identidade artística. Bárbara protagonizou Marisol, participou de outras produções e, em 2007, viveu a personagem-título de Maria Esperança. A novela foi exibida de março a agosto daquele ano; portanto, a Playboy chegou às bancas praticamente na sequência do encerramento desse trabalho. Esse detalhe dá à Nº 388 um contexto muito específico: não se tratava apenas de recuperar uma celebridade de reality show, mas de registrar uma atriz que já havia estabelecido uma trajetória própria na dramaturgia.

Seu ensaio também fugiu da lógica de uma produção puramente decorativa. O Teatro Oficina, em São Paulo, foi escolhido como cenário, e a produção fotografada por Márcio Scavone buscou referências em Marilyn Monroe. A relação com o palco reforçou a identidade de Bárbara como atriz e deu ao material uma atmosfera cênica que conversa diretamente com sua formação.

Há ainda três elementos que tornam sua trajetória especialmente interessante quando observada hoje. A vitória na Casa dos Artistas ocorreu contra Supla, com quem viveu um romance acompanhado pelo público durante o próprio programa. Em 2007, a Playboy foi publicada logo depois de sua segunda protagonista de destaque no SBT. E, posteriormente, Bárbara expandiu de forma consistente sua carreira para trás das câmeras, tornando-se também diretora, produtora e artista visual.

No cinema, essa mudança de posição ganhou reconhecimento internacional com o documentário Babenco — Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, dirigido por ela e premiado no Festival de Veneza. Sua trajetória recente inclui ainda direção audiovisual, artes visuais e novos projetos documentais. Vista retrospectivamente, a Playboy Nº 388 captura uma Bárbara Paz num ponto intermediário fascinante: já distante da condição de revelação televisiva, mas ainda muitos anos antes de se consolidar também como cineasta.

Ensaio Principal — Bárbara Paz

Sob o título Queremos Paz!, o ensaio começa na página 90 e utiliza o universo teatral como parte de sua construção visual. Márcio Scavone fotografou Bárbara no Teatro Oficina, explorando a arquitetura, a luz e a presença cênica da atriz.

A referência a Marilyn Monroe acrescenta uma camada de interpretação ao trabalho. Em vez de simplesmente deslocar a modelo para um cenário sofisticado, a produção aproveita justamente um espaço associado à história do teatro brasileiro e à formação artística de Bárbara. O ensaio funciona, assim, quase como uma extensão de palco: a fotografia registra tanto a personalidade pública quanto a atriz diante da câmera.

O pôster com Bárbara Paz, preservado neste exemplar, amplia o interesse do conjunto e é especialmente importante em uma revista com quase duas décadas de circulação, já que elementos destacáveis estão entre os primeiros componentes a desaparecer de exemplares usados.

Outros Ensaios

  1. Hoje é Dia de Maria — página 72: ensaio apresentado pela revista como uma produção com uma modelo de Berlim em ambiente de praia. É a abertura da sequência de ensaios indicada no sumário.
  2. Bárbara Paz — página 90: ensaio principal da edição, fotografado por Márcio Scavone.
  3. Márcia Spézia — página 128: apresentada como coelhinha e Cybergata, numa fase inicial de sua relação com a Playboy. Mais tarde, Márcia se tornaria um dos nomes associados às coelhinhas oficiais da publicação.

Índice ou Sumário da Edição

Ensaios

  1. Página 72 — Hoje é Dia de Maria: uma produção internacional ambientada na praia.
  2. Página 90 — Queremos Paz!: Bárbara Paz no ensaio central da edição.
  3. Página 128 — A Mais Desejada: ensaio com Márcia Spézia, então apresentada como coelhinha e Cybergata.

Reportagens

  1. Página 82 — Apocalypso: bastidores da Banda Calypso, em um momento de enorme popularidade do grupo no Brasil.
  2. Página 116 — Pescadores de Pó: reportagem realizada em Bluefields, Nicarágua, sobre a presença de cocaína que chegava à costa.
  3. Página 122 — Elvis Mais Uma Vez Não Morreu: um repórter assume a figura de Elvis Presley e revisita o imaginário construído em torno do Rei do Rock.
  4. Página 134 — Uma Fera em Paris: teste da então nova Ducati Monster.
  5. Páginas 80, 88, 114, 126 e 139 — O Meu Disco de Jazz Inesquecível: seleção de convidados comentando discos marcantes do gênero.

Seções e Cultura

  1. Página 24 — Playboy Digital
  2. Página 28 — Happy Hour
  3. Página 42 — Gatas e Coelhinhas
  4. Página 46 — Neurônios: referências a Os Sopranos, Jessica Biel e novas cantoras.
  5. Página 59 — Entrevista com Matt Groening: o criador de Os Simpsons em um período especialmente simbólico da série.
  6. Página 78 — Sobre Isso e Aquilo: coluna de Ivan Lessa.
  7. Página 140 — Estilo: guia de sapatos e camisas.
  8. Página 150 — 20P: Madeleine Peyroux: espaço dedicado à cantora de jazz.
  9. Página 154 — Mundo de Playboy: registros da festa de Íris Stefanelli.
  10. Página 158 — Click
  11. Página 160 — As Piadas de Playboy

Entrevista — Matt Groening

Um dos grandes diferenciais editoriais da Nº 388 está na entrevista com Matt Groening, criador de Os Simpsons. O momento não poderia ser mais oportuno: em 2007, a série chegava à marca de 400 episódios e The Simpsons Movie ampliava a presença da família amarela nos cinemas.

A entrevista ocupa várias páginas e percorre infância, criação artística, carreira, família e a dimensão crítica de Os Simpsons diante da sociedade americana. Para um colecionador interessado não apenas nos ensaios, mas também na história da cultura pop, é um conteúdo que envelheceu muito bem.

Curiosamente, é justamente a página 59, abertura dessa entrevista, que apresenta neste exemplar o ponto mais perceptível de amarelamento interno. Trata-se de uma marca de idade localizada, sem prejuízo à leitura ou à integridade estrutural do conteúdo.

A Superedição de Música

A chamada Superedição de Música não é mero recurso de capa. A revista reúne a reportagem de estrada com a Banda Calypso, conteúdo sobre Elvis Presley, referências a discos de jazz e a seção 20P com Madeleine Peyroux.

O conjunto é especialmente representativo de 2007: a Playboy colocava lado a lado um fenômeno popular brasileiro, um dos maiores ícones da música americana e uma cantora de jazz associada a uma linguagem mais sofisticada. Essa amplitude ajuda a lembrar por que a publicação ainda mantinha, naquele período, uma identidade editorial que ultrapassava o ensaio principal.

Importância Histórica e Cultural

A Nº 388 registra uma Playboy brasileira de meados dos anos 2000 em plena convivência entre mídia tradicional e o avanço do universo digital. Até a publicidade preservada no exemplar é reveladora: produtos tecnológicos que hoje pertencem à memória de uma geração aparecem tratados como símbolos de modernidade.

A edição combina televisão aberta, música popular, jazz, cultura americana, motociclismo, humor, comportamento e fotografia editorial. Bárbara Paz representa o eixo televisivo e teatral; Matt Groening, a cultura pop internacional; a Banda Calypso, a força da música popular daquele momento.

A luva promocional reforça ainda mais esse caráter documental. Além de acrescentar uma apresentação gráfica diferente ao exemplar, preserva publicidade contemporânea e uma composição alternativa de capa — material efêmero que frequentemente desaparece quando a revista é separada de seus complementos originais.

Curiosidades da Edição

  1. O ensaio de Bárbara Paz foi fotografado por Márcio Scavone no Teatro Oficina, com inspiração em Marilyn Monroe, e o próprio espaço também recebeu o lançamento paulistano da revista.
  2. A edição chegou às bancas apenas algumas semanas depois do encerramento de Maria Esperança, novela na qual Bárbara interpretava a protagonista.
  3. A entrevista com Matt Groening coincidiu com um ano decisivo para Os Simpsons: a série ultrapassava 400 episódios e ganhava seu primeiro longa-metragem para o cinema.

Valor para Coleção

  1. Exemplar de assinante, condição claramente identificada na própria revista.
  2. Luva promocional avulsa presente, em excelente estado e com composição gráfica diferenciada.
  3. Pôster de Bárbara Paz presente, igualmente muito bem preservado.
  4. Ensaio assinado por Márcio Scavone, um dos grandes nomes associados à fotografia editorial brasileira.
  5. Entrevista extensa com Matt Groening em um momento histórico para Os Simpsons.
  6. Forte conteúdo musical, com Banda Calypso, Elvis Presley, Madeleine Peyroux e jazz.
  7. Conjunto representativo da linguagem visual e publicitária da Playboy brasileira em 2007.

Usos e Benefícios

  1. Excelente peça para coleções cronológicas da Playboy Brasil.
  2. Interesse especial para acervos dedicados a Bárbara Paz e à televisão brasileira dos anos 2000.
  3. Material relevante para pesquisa de fotografia editorial e do trabalho de Márcio Scavone.
  4. Registro de design gráfico, publicidade, tecnologia, música e cultura pop de 2007.
  5. Conjunto especialmente atraente para colecionadores que priorizam exemplares acompanhados de seus materiais destacáveis e promocionais.

Por que Adquirir Este Exemplar?

Há muitas Playboy Nº 388 que sobreviveram; encontrar uma preservando o conjunto é outra história. Aqui estão reunidos o exemplar de assinante, o pôster de Bárbara Paz e a luva promocional, esta última em excelente estado e com apresentação gráfica própria.

Os sinais de idade existem e estão devidamente localizados: pequena mancha na borda direita da capa, discreto desgaste nas extremidades da lombada e amarelamento pontual, mais perceptível na página 59 e na última página. Nenhum deles compromete o principal: miolo íntegro, estrutura firme e complementos preservados.

É justamente essa combinação entre uma capa de forte memória televisiva, fotografia de Márcio Scavone, conteúdo editorial expressivo e completude material que transforma este exemplar em algo mais interessante do que uma simples revista usada de setembro de 2007.

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Especificação: Playboy Nº 388 | Setembro/2007 | Bárbara Paz | Exemplar de Assinante | Luva Promocional + Pôster Presente

Revistas Adultas
Condição

Década

Formato de Venda

Origem da Edição

Pôster

Tipo de Edição

Specification
Ano da Edição

2007

Dimensions
Weight351 g

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