Playboy Nº 338 | Setembro/2003 | Babi Xavier | Exemplar de Assinante | Pôster Presente
R$18,90
Ensaio inspirado nos anos 70, fotografado por Matt Jones em Niterói e apresentado por Boni, em uma edição que mistura cultura pop e comportamento.
A virada dos anos 2000 havia transformado apresentadores de televisão em figuras centrais da cultura pop brasileira, e poucas trajetórias combinavam tão bem televisão jovem, comportamento, música e entretenimento quanto a de Babi Xavier. Para seu ensaio, ela fez questão de fugir do lugar-comum: escolheu Niterói, sua cidade natal, chamou Matt Jones para fotografá-la e buscou uma estética inspirada nos nus dos anos 1970. O resultado dialoga diretamente com aquela fase de sua carreira e continua sendo uma das capas mais características da Playboy de 2003.
Estado Geral de Conservação: MUITO BOM
- CAPA: em muito bom estado de conservação, preservando cores fortes, brilho e ótima leitura da composição. Apresenta discretos sinais de uso, atrito e manuseio nas extremidades, mais perceptíveis na lateral esquerda e na faixa próxima à lombada. Observam-se pequenos pontos de desgaste superficial e perda de pigmentação junto à lombada, além de discretas marcas nas quinas. Na região superior direita há leves linhas de pressão/vincos superficiais e pequeno desgaste de borda, sem ruptura ou perda relevante de papel.
- CONTRACAPA: em ótimo estado de conservação, firme, limpa e com excelente preservação da impressão. Apresenta apenas discretíssimos sinais periféricos de manuseio, sem manchas expressivas, rasgos ou vincos importantes.
- LOMBADA: íntegra, firme e bem alinhada, mantendo corretamente a união do exemplar. Apresenta leve desgaste por atrito nas extremidades superior e inferior, com pequenos pontos de perda superficial de acabamento, sem abertura ou comprometimento estrutural.
- PÔSTER: presente e em excelente estado de conservação, completo, bem preservado e sem danos relevantes aparentes. Traz Babi Xavier, preservando um dos principais complementos destacáveis da edição.
- MIOLO: íntegro e em ótimo estado de conservação, com páginas firmes, completas e bem presas. Não apresenta amarelamento expressivo ou danos estruturais aparentes, mantendo excelente leitura e apresentação interna.
- OBSERVAÇÃO: exemplar de assinante, com 146 páginas contando a contracapa. Os sinais de circulação concentram-se essencialmente na capa e nas extremidades da lombada; miolo, contracapa e pôster apresentam conservação superior. Pelo conjunto preservado e pelos desgastes externos pontuais, a classificação mais equilibrada e rigorosa é MUITO BOM.
Babi escolheu a cidade, o fotógrafo e até quem apresentaria seu ensaio; este exemplar ainda conserva o pôster no lugar. Um pedaço de 2003 feito, literalmente, do jeito dela.
Veja mais informações na descrição abaixo.
Informações Rápidas
- Revista: Playboy Brasil
- Tipo de edição: Exemplar de Assinante
- Número da edição: 338
- Ano/Data: Setembro de 2003 — Ano XXIX
- Quantidade de páginas: 146 páginas, contando a contracapa
- Editora: Editora Abril
- Modelo de capa: Babi Xavier
- Fotógrafo do ensaio principal: Matt Jones
- Ensaio central / pôster: Babi Xavier
- Pôster: presente em excelente estado de conservação
- Origem de circulação: Exemplar de assinante — venda proibida
- Preço de capa da época: não indicado neste exemplar de assinante
Modelo em Destaque — Babi Xavier
Anna Bárbara da Fontoura Xavier, conhecida artisticamente como Babi Xavier, nasceu em 6 de julho de 1974, em Niterói, Rio de Janeiro, e tinha 29 anos quando protagonizou esta edição. Atriz, apresentadora, modelo, cantora e escritora, construiu uma trajetória especialmente associada à linguagem jovem da televisão brasileira dos anos 1990 e início dos 2000.
Sua carreira começou na atuação e rapidamente migrou também para a apresentação. Passou por produções como Perdidos de Amor e Por Amor, ganhou maior identificação com o público jovem na MTV e esteve à frente do Erótica MTV, programa que discutia sexualidade e comportamento ao lado de Jairo Bouer. Depois, no SBT, assumiu o Programa Livre, herdando uma atração fortemente identificada com entrevistas, música e juventude.
Em 2002, ampliou ainda mais esse perfil multifacetado. Apresentou o reality Ilha da Sedução, lançou o livro E Aí, Um Papo Aberto Entre A Gente e também o álbum Babi — Do Jeito Que Eu Quero, pela Universal Music. Assim, quando a Playboy chegou às bancas no ano seguinte, sua imagem pública não estava ligada a uma única função: ela já transitava entre apresentação, atuação, música e comunicação.
O ensaio de setembro de 2003 foi cercado de escolhas pessoais. Babi quis Matt Jones atrás das câmeras, preferiu ser fotografada em sua própria Niterói e buscou uma produção inspirada na fotografia dos anos 1970. Para completar o conceito, convidou José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, para escrever o texto de apresentação das imagens.
A produção utilizou uma casa à beira-mar e um automóvel dourado de época. Babi tingiu os cabelos de ruivo para o trabalho e adotou elementos visuais especialmente pensados para reforçar a atmosfera setentista. Não era apenas uma troca de figurino: havia uma intenção clara de construir uma personagem visual diferente daquela que o público conhecia da televisão.
Sua carreira continuaria atravessando televisão, dramaturgia e música. Vieram trabalhos em produções como Bang Bang, Vidas Opostas, Os Mutantes, José do Egito e Plano Alto, além de participações em formatos de entretenimento. Em 2026, Babi segue se apresentando profissionalmente como atriz, apresentadora, cantora e podcaster, e teve seu retorno à televisão anunciado pela RedeTV! para comandar o reality Amor em Risco.
Vista hoje, a Nº 338 registra Babi em um momento particularmente representativo: já experiente na televisão, recém-saída de uma fase de experimentação musical e literária e com liberdade suficiente para participar diretamente da construção estética de sua Playboy.
Playmate / Ensaio Central — Babi Xavier
O ensaio principal começa na página 63 e tem fotografia de Matt Jones.
A produção foi concebida com referências declaradas aos anos 1970, mas sem intenção de reproduzir literalmente uma fotografia antiga. A ideia era trabalhar naturalidade, luz, cabelos ruivos, objetos e ambientações capazes de remeter à década com uma leitura contemporânea para 2003.
O cenário escolhido foi Niterói, cidade natal de Babi, decisão tomada pela própria apresentadora. A sessão utilizou uma residência próxima ao mar e elementos de época, incluindo um automóvel dourado, para completar a identidade visual.
Outro detalhe incomum está no texto de abertura. Babi pediu que Boni escrevesse sua apresentação, e o veterano homem de televisão construiu a ideia da Garota de Niterói como contraponto bem-humorado ao imaginário da Garota de Ipanema. Era uma associação particularmente adequada a uma modelo que fizera questão de levar a produção justamente para sua cidade natal.
O pôster original de Babi Xavier continua presente neste exemplar em excelente estado de conservação, acrescentando importante valor de completude ao conjunto.
Outros Ensaios e Destaques Fotográficos
- Página 36 — Mulheres que Amamos: seleção das personalidades que estavam chamando a atenção da redação naquele momento.
- Página 63 — Babi: ensaio principal da edição, fotografado por Matt Jones.
- Página 106 — Concurso Playboy de Fotografia: apresentação do primeiro entre os seis trabalhos selecionados pela revista, abrindo uma sequência editorial dedicada à descoberta de novos fotógrafos e modelos.
- Página 124 — Pénélope: ensaio com uma estudante de medicina apresentado pela revista como outro destaque fotográfico do número.
- Página 134 — Coelhinhas: seção tradicional dedicada às novas descobertas da publicação.
Índice ou Sumário da Edição
- Página 8 — Entre Nós
- Página 13 — Caro Playboy
- Página 18 — Coisas de Homem: dicas, prazeres e referências do universo masculino segundo a linguagem editorial daquele período.
- Página 32 — Plantão
- Página 36 — Mulheres que Amamos
- Página 41 — Entrevista: Ricardo Mansur: conversa com o empresário sobre relacionamentos, celebridades e seu estilo de vida.
- Página 56 — Sexo Casual: matéria baseada na provocação de que mulheres também buscavam relações sem compromisso.
- Página 63 — Babi: o ensaio central da edição.
- Página 94 — Sex and the City: roteiro pelos lugares de Nova York associados ao universo do seriado.
- Página 100 — Revolução Tecnológica: eletrônicos, formatos digitais e transformações no consumo de entretenimento no início dos anos 2000.
- Página 106 — Concurso Playboy de Fotografia: primeiro dos seis trabalhos selecionados.
- Página 112 — Moda: retorno visual da estética dos anos 1970.
- Página 118 — Cuecas: tecidos e soluções tecnológicas aplicadas ao vestuário masculino.
- Página 120 — Rally dos Sertões: J.R. Duran troca o estúdio pela estrada e acompanha a competição.
- Página 124 — Pénélope: ensaio fotográfico com estudante de medicina.
- Página 130 — Neurônios
- Página 134 — Coelhinhas
- Página 136 — 20 Perguntas: Colin Farrell
- Página 140 — Click
- Página 144 — Piadas
Entrevista — Ricardo Mansur
A entrevista principal, iniciada na página 41, traz Ricardo Mansur, empresário e figura muito presente no noticiário de celebridades daquele período.
A pauta explora justamente a persona pública associada a ele: vida social, relacionamentos e convivência com modelos e personalidades conhecidas. A chamada de capa destaca inclusive referências a Gisele Bündchen, mostrando como a Playboy incorporava sem cerimônia o universo das celebridades às entrevistas longas.
Hoje, esse tipo de conteúdo funciona quase como cápsula do tempo do jornalismo de entretenimento brasileiro do início dos anos 2000.
20 Perguntas — Colin Farrell
Na página 136, a seção 20 Perguntas recebe Colin Farrell, então em forte ascensão internacional.
O ator vivia uma sequência intensa de produções de Hollywood e representava bem a imagem de astro irreverente cultivada naquele período. Sua presença acrescenta uma camada internacional à edição, que já circulava entre televisão brasileira, moda, comportamento e tecnologia.
J.R. Duran no Rally dos Sertões
Um dos conteúdos mais curiosos aparece na página 120. Em vez de fotografar um ensaio convencional, J.R. Duran acompanha o Rally dos Sertões, colocando um dos fotógrafos mais associados ao glamour editorial brasileiro diante de poeira, estrada, veículos e competição.
É um daqueles conteúdos secundários que enriquecem uma coleção justamente porque mostram como a Playboy usava seus grandes colaboradores fora das funções pelas quais eram mais conhecidos.
Playboy em Setembro de 2003
A Nº 338 consegue condensar vários elementos particularmente característicos daquele momento.
Sex and the City estava no centro da conversa sobre comportamento urbano; celulares, rádio, televisão e música atravessavam uma transformação tecnológica acelerada; o visual dos anos 1970 voltava à moda; e a revista tratava relações casuais com uma abordagem editorial provocativa.
Babi se encaixa perfeitamente nesse cenário. Sua própria carreira já havia passado por um programa dedicado à sexualidade, um talk show jovem, reality television, música e literatura. A Playboy não precisava inventar uma personagem desconectada de sua trajetória — apenas levou essa versatilidade para uma produção visual mais autoral.
Importância Histórica e Cultural
A edição é um retrato muito claro da convergência entre televisão, celebridades, comportamento e transformação tecnológica no Brasil do começo dos anos 2000.
Mesmo as pautas que hoje parecem corriqueiras ajudam a datar o período. A seção sobre revolução tecnológica registra uma fase de transição de formatos; a matéria de moda recupera os anos 1970; Sex and the City traduz um ideal cosmopolita; e a entrevista com Ricardo Mansur registra a cultura de celebridades da época.
No centro disso está Babi Xavier, uma profissional que havia construído boa parte da carreira falando diretamente ao público jovem e discutindo temas de comportamento. Por isso, a Nº 338 possui uma coerência editorial maior do que uma simples reunião de chamadas independentes.
Curiosidades da Edição
- Babi escolheu pessoalmente Matt Jones para fotografar o ensaio e quis realizar a produção em Niterói, sua cidade natal.
- O conceito foi inspirado nos nus dos anos 1970, com cabelo ruivo, ambientação litorânea e um automóvel de época compondo a produção.
- O texto de apresentação do ensaio foi escrito por Boni, a pedido da própria Babi, reforçando a relação da edição com sua trajetória na televisão brasileira.
Valor para Coleção
- Exemplar de assinante, claramente identificado na capa.
- Capa de Babi Xavier em uma das fases mais multifacetadas de sua carreira.
- Ensaio fotografado por Matt Jones.
- Produção realizada em Niterói com conceito visual inspirado nos anos 1970.
- Texto de apresentação assinado por Boni.
- Pôster original presente em excelente estado.
- 146 páginas preservadas, contando a contracapa.
- Entrevista com Ricardo Mansur.
- Seção 20 Perguntas com Colin Farrell.
- Reportagem de J.R. Duran no Rally dos Sertões.
- Conteúdo especialmente representativo da cultura pop e do comportamento de 2003.
Usos e Benefícios
- Excelente para coleção cronológica da Playboy Brasil.
- Interesse especial para acervos dedicados a Babi Xavier e à televisão brasileira.
- Material relevante para pesquisa de fotografia e direção de arte.
- Registro visual de moda, comportamento, tecnologia e cultura pop dos anos 2000.
- Interesse para quem acompanha a trajetória do fotógrafo Matt Jones.
- Exemplar especialmente atraente para colecionadores que priorizam revistas acompanhadas do pôster original.
Por que Adquirir Este Exemplar?
A Playboy Nº 338 possui personalidade própria dentro da sequência de 2003. Babi Xavier não apenas protagonizou a edição: participou de decisões fundamentais do ensaio, escolhendo Matt Jones, Niterói e a estética inspirada nos anos 1970, enquanto Boni acrescentou uma conexão direta com a história da televisão.
Este exemplar preserva os atributos que mais importam para coleção: origem de assinante, 146 páginas, miolo íntegro e pôster original em excelente estado. Os sinais de circulação existem, mas permanecem concentrados principalmente na capa e nas extremidades da lombada — pequenos atritos, pontos de perda superficial e discretos vincos que não atingem a estrutura da revista.
Somam-se a isso uma entrevista com Ricardo Mansur, Colin Farrell nas páginas finais, J.R. Duran no Rally dos Sertões, Sex and the City e uma pauta inteira dedicada às mudanças tecnológicas daquele início de década. É uma edição que entrega muito além da capa: uma Babi Xavier em fase autoral e um retrato bastante completo do imaginário editorial de 2003.
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