Playboy Nº 271 | Fevereiro/1998 | Scheila Carvalho | Estreia da Morena do Tchan | Pôster de Jenny McCarthy
R$44,90
Um dos grandes fenômenos de vendas da Playboy brasileira, fotografado por J.R. Duran e atravessado pelo Carnaval e pela cultura pop de 1998.
O verão de 1998 encontrou o axé em plena combustão e a recém-eleita Morena do Tchan transformada em fenômeno nacional. Poucos meses depois de vencer um concurso televisionado que mobilizou milhares de candidatas, Scheila Carvalho chegava à Playboy em uma edição que se tornaria uma das mais vendidas da história da publicação no Brasil. O conjunto ainda reúne Jenny McCarthy no pôster, Joãosinho Trinta em entrevista e um retrato delicioso do Carnaval, da televisão e do comportamento daquele fim de década.
Estado Geral de Conservação: ÓTIMO
- CAPA: muito bem preservada, com excelente apresentação visual e cores vivas. Apresenta apenas discretos sinais periféricos de uso e atrito nas extremidades e quinas, mais perceptíveis sob observação próxima. Não há rasgos ou danos relevantes sobre a imagem principal.
- CONTRACAPA: em ótimo estado de conservação, limpa e bem preservada, com sinais mínimos de manuseio compatíveis com a idade do exemplar.
- LOMBADA: firme, alinhada e praticamente íntegra, apresentando somente discretíssimo desgaste nas extremidades superior e inferior, sem comprometimento estrutural.
- PÔSTER: presente e em ótimo estado de conservação. Conserva as dobras originais e apresenta apenas uma pequena marca de dobra extra próxima a uma das linhas de dobra original, sem prejuízo significativo ao conjunto.
- MIOLO: íntegro, firme e muito bem conservado. Há leve envelhecimento natural do papel em algumas páginas, de maneira discreta e localizada, sem grandes manchas amareladas, rasgos ou perdas informadas.
- OBSERVAÇÃO: edição regular de banca, preservada com seu pôster original. O conjunto físico se destaca pela integridade e pela pequena quantidade de marcas para uma revista publicada em 1998.
Se em 1998 a chamada era Balança, Brasil!, hoje o encanto está em preservar justamente uma das edições que melhor congelaram no papel o auge do axé nas bancas.
Mais informações na descrição do item abaixo.
Informações Rápidas
- Tipo de edição: Regular de banca
- Número da edição: 271
- Data: Fevereiro de 1998
- Quantidade de páginas: 162 páginas
- Editora: Abril
- Preço de capa: R$ 6,40
- Modelo de capa: Scheila Carvalho
- Fotografia da capa: J.R. Duran
- Playmate / Pôster: Jenny McCarthy
- Pôster: Presente, em ótimo estado de conservação
Modelo em Destaque — Scheila Carvalho
Scheila Carvalho Ladeira nasceu em 24 de julho de 1973, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Quando esta Playboy chegou às bancas, em fevereiro de 1998, ela tinha 24 anos e atravessava um daqueles momentos raros em que uma carreira muda de escala praticamente de um dia para o outro. Antes da fama, havia estudado dança desde criança, passado por balé e jazz e trabalhado inclusive como bancária.
Em 1997, Scheila entrou no concurso que escolheria a nova Morena do É o Tchan, substituindo Débora Brasil. A disputa recebeu mais de duas mil candidatas e terminou com Scheila escolhida diante de uma audiência nacional no Domingão do Faustão. Na final, venceu Rosiane Pinheiro com 59,9% dos votos. Pouco tempo depois, a então ex-bancária mineira já dividia os grandes palcos do país com um dos grupos mais populares do Brasil.
É justamente essa proximidade temporal que dá enorme força histórica à nº 271. Não se trata de um ensaio feito anos depois para celebrar uma carreira consolidada: a revista registra Scheila ainda no primeiro ano de sua explosão nacional, quando a expressão Morena do Tchan acabara de se tornar inseparável de sua imagem.
O impacto comercial confirmou o tamanho daquele momento. A edição de fevereiro de 1998 alcançou aproximadamente 845 mil exemplares vendidos, colocando-se entre as Playboys brasileiras de maior circulação de toda a história da revista. Scheila voltaria a aparecer em outras capas, inclusive ao lado de Sheila Mello, mas este primeiro ensaio permaneceu como um de seus registros editoriais mais emblemáticos.
Outra curiosidade particularmente saborosa para o colecionador é que, meses antes desta capa, a própria imprensa já registrava que a recém-eleita Morena do Tchan sabia que um ensaio para a Playboy estava em seu horizonte. A edição nº 271 é, portanto, quase a conclusão impressa daquela transformação meteórica.
Décadas depois, Scheila permanece associada à memória afetiva do axé dos anos 1990. Em 2026, segue ativa publicamente, ligada à dança, à rotina fitness e ao Carnaval, mantendo forte presença nas redes e acompanhando também a trajetória musical do marido, Tony Salles.
Playmate do Mês — Jenny McCarthy
A estrela do pôster desta edição é Jennifer Ann McCarthy, nascida em 1º de novembro de 1972, em Evergreen Park, Illinois, na região de Chicago. Aos 25 anos quando esta Playboy brasileira foi publicada, Jenny já havia percorrido em pouquíssimo tempo o caminho de modelo desconhecida a uma das personalidades mais reconhecíveis da televisão jovem norte-americana.
Sua ligação com a Playboy começou em 1993, quando foi escolhida Playmate of the Month de outubro. O ensaio original foi fotografado por Pompeo Posar. No ano seguinte, Jenny recebeu o título de Playmate of the Year 1994, etapa decisiva para sua mudança para Los Angeles e sua entrada no entretenimento televisivo.
A verdadeira virada veio com a MTV. Entre 1995 e 1997, tornou-se um dos rostos do programa Singled Out, onde seu humor expansivo e sua personalidade irreverente ampliaram enormemente sua popularidade para além do universo Playboy. Em 1997, passou ainda por programas próprios e pela sitcom Jenny, tornando muito apropriada a maneira como a edição brasileira nº 271 a apresenta: a Playmate da MTV.
A seleção publicada no Brasil recupera momentos de seus ensaios em uma fase em que Jenny continuava aparecendo com frequência nas páginas e capas norte-americanas. Em setembro de 1997, poucos meses antes desta edição brasileira, ela voltou a figurar em uma edição da Playboy dos Estados Unidos.
Sua carreira posteriormente atravessaria cinema, televisão, livros e programas de entretenimento. Em 2026, Jenny McCarthy Wahlberg continua na televisão norte-americana como integrante do painel de The Masked Singer, da Fox.
Para este exemplar, o interesse cresce porque o pôster original de Jenny McCarthy permanece presente, conservado em ótimo estado e apenas com uma pequena dobra adicional próxima a uma das marcas originais.
Outros Destaques da Edição
Joãosinho Trinta — Entrevista, página 29: um dos maiores nomes da história do Carnaval brasileiro ocupa a entrevista principal. A conversa passa por escolas de samba, paixões, política e temas sociais, dando à edição um peso documental que vai muito além de seu ensaio de capa.
Camarote da Brahma — página 70: um passeio pelos bastidores de um dos espaços mais disputados do Carnaval carioca, justamente numa edição lançada em fevereiro. É puro retrato social dos anos 1990.
Gláucia Novaes — página 108: descoberta nas praias do sul da Bahia pelo fotógrafo Otto Weisser, ganha ensaio próprio dentro da edição.
Luma de Oliveira — página 132: perfil dedicado a uma das personalidades mais associadas ao Carnaval e à cultura de celebridades daquela década.
Denílson — 20 Perguntas, página 150: o jovem craque brasileiro aparece em momento de enorme projeção internacional, às vésperas da Copa do Mundo da França.
Índice e Conteúdo da Edição
- Página 7 — Entre Nós: abertura editorial.
- Página 8 — Caro Playboy: correspondência e interação com os leitores.
- Página 10 — Panteras, Gatas & Coelhinhas: uma das seções tradicionais da publicação.
- Página 14 — Mulheres: respostas femininas sobre fantasias e relacionamentos.
- Página 15 — De Mulher para Homem: coluna de Maria Rita Kehl.
- Página 18 — Assessoria: comportamento e serviço.
- Página 20 — Insiders: consumo, estilo e prazeres da época.
- Página 29 — Entrevista: Joãosinho Trinta: Carnaval, política, sociedade e bastidores.
- Página 46 — Scheila Carvalho: o grande ensaio de capa, fotografado por J.R. Duran.
- Página 70 — A festa mais badalada do Carnaval: bastidores do camarote da Marquês de Sapucaí.
- Página 79 — Humor: Ziraldo e seu clássico Sêo Pinto.
- Página 82 — Jenny McCarthy: destaque internacional e estrela do pôster.
- Página 94 — Entre em forma sem sair de casa: comportamento e fitness.
- Página 102 — Ficção: As meninas do coronel: presença literária dentro da pauta.
- Página 108 — Gláucia Novaes: ensaio fotográfico.
- Página 119 — Humor: outra intervenção gráfica e editorial.
- Página 124 — Porrada!: reportagem sobre vale-tudo e os bastidores de uma modalidade que então começava a ganhar público muito além de seu nicho.
- Página 132 — Perfil: Luma de Oliveira: uma das musas mais emblemáticas do Carnaval brasileiro.
- Página 141 — Humor: comportamento visto pelo viés satírico da revista.
- Página 142 — Monumentos do Leste: ensaio realizado em Los Angeles.
- Página 150 — 20 Perguntas: Denílson: futebol às vésperas de um ano de Copa do Mundo.
- Página 154 — Click: imagens e acontecimentos do universo Playboy.
- Página 160 — As Piadas de Playboy: encerramento tradicional da revista.
Importância Histórica e Cultural
A nº 271 é uma cápsula particularmente concentrada do Brasil de 1998. O axé ocupava rádio, televisão e Carnaval; o futebol caminhava para uma Copa do Mundo; celebridades do samba dividiam espaço editorial com estrelas da MTV norte-americana; e a Playboy brasileira ainda operava com tiragens capazes de transformar uma capa em verdadeiro acontecimento nacional.
O projeto gráfico também carrega fortemente sua época. Chamadas grandes, tipografia de forte contraste, cores primárias e uma fotografia de J.R. Duran praticamente sem interferências cenográficas criam uma capa imediatamente reconhecível, na qual o bambolê azul funciona como único elemento gráfico de ruptura sobre o fundo claro.
Até a publicidade preservada na contracapa integra esse documento de época, revelando códigos visuais e hábitos de consumo hoje bastante diferentes. Para o colecionador, esses anúncios não são páginas secundárias: fazem parte da autenticidade histórica do objeto.
Curiosidades da Edição
- Scheila Carvalho havia vencido o concurso da nova Morena do Tchan apenas meses antes da publicação. A Playboy capturou praticamente em tempo real a transformação de uma bancária de Juiz de Fora em celebridade nacional.
- A edição vendeu cerca de 845 mil exemplares, ficando entre as maiores vendas da história da Playboy brasileira e tornando-se o mais importante desempenho individual de Scheila na revista.
- Jenny McCarthy já havia passado de Playmate a estrela da MTV, um caso raro de personalidade cuja projeção começou diretamente dentro da Playboy e rapidamente migrou para o grande entretenimento televisivo.
Valor para Coleção
- Primeira e historicamente mais importante capa solo de Scheila Carvalho na Playboy.
- Uma das edições de maior circulação da história da revista brasileira.
- Fotografia de capa assinada por J.R. Duran.
- Pôster original de Jenny McCarthy presente.
- Entrevista com Joãosinho Trinta, figura fundamental do Carnaval brasileiro.
- Forte documentação da cultura pop e do Carnaval de 1998.
- Exemplar físico em ótimo estado geral, com miolo íntegro e sinais de tempo discretos.
Usos e Benefícios
Ideal para coleções cronológicas da Playboy Brasil, acervos dedicados ao É o Tchan, memória do axé dos anos 1990, fotografia editorial de J.R. Duran, cultura televisiva brasileira e coleções temáticas de Playmates internacionais.
Também possui valor documental para pesquisa de design gráfico, publicidade, comportamento, entretenimento, Carnaval e construção da celebridade brasileira no final do século XX.
Por que Adquirir Este Exemplar?
Porque não é apenas uma Playboy com uma celebridade dos anos 1990: é a edição que registrou Scheila Carvalho praticamente no instante de sua transformação em fenômeno nacional e que respondeu nas bancas com aproximadamente 845 mil exemplares vendidos.
A presença do pôster de Jenny McCarthy, a entrevista de Joãosinho Trinta, a fotografia de J.R. Duran e o excelente estado estrutural deste exemplar formam um conjunto difícil de reproduzir em exemplares incompletos ou excessivamente manuseados.
- A capa conserva muito bem sua força visual, a lombada permanece firme, o miolo está íntegro e o envelhecimento do papel é discreto. Para quem busca uma Playboy que conte uma história concreta sobre o Brasil dos anos 1990 — axé, Carnaval, televisão e cultura de massa reunidos em um único número — a nº 271 ocupa um lugar especial no acervo.
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