Playboy Nº 202 | Maio/1992 | Cristina Mortágua | Pantera 92 | Exemplar de Assinante | Pôster Presente
R$42,90
A vencedora de um dos concursos de beleza mais comentados do período chega à Playboy aos 21 anos, numa edição marcada pela Espanha olímpica e pela efervescência cultural de 1992.
Maio de 1992 encontrou Cristina Mortágua justamente no instante em que sua imagem começava a ganhar projeção nacional. Recém-eleita Pantera 92, ela foi fotografada por Pedro Martinelli e transformada em protagonista de uma capa de impacto, apresentada pela revista como a sucessora de uma tradição de vencedoras que já havia revelado nomes conhecidos do público. O resultado é uma Playboy profundamente ligada ao seu tempo — televisão, moda, Olimpíadas, política e comportamento — preservada aqui em condição especialmente atraente para coleção.
Estado Geral de Conservação: ÓTIMO
- CAPA: ótimo estado de conservação, mantendo cores fortes, impressão nítida e excelente apresentação visual. Observam-se apenas discretos sinais naturais de manuseio e envelhecimento nas extremidades, sem danos relevantes à composição.
- CONTRACAPA: ótimo estado de conservação, íntegra, bem preservada e com sinais mínimos compatíveis com a idade do exemplar.
- LOMBADA: ótimo estado, firme e estruturalmente íntegra, apresentando somente leve desgaste por atrito nas extremidades, sem abertura ou perda significativa do acabamento.
- PÔSTER: presente e em excelente estado de conservação, preservando somente suas dobras originais de publicação, sem rasgos, recortes ou perdas relevantes.
- MIOLO: íntegro e em excelente estado de conservação, com páginas firmes e completas. Algumas páginas de fundo branco apresentam discreto amarelamento natural, especialmente junto às bordas.
- OBSERVAÇÃO: exemplar de assinante, completo em seus principais componentes e com apresentação geral acima da média para uma publicação de 1992. São 140 páginas editoriais, além das capas, totalizando fisicamente 142 faces/páginas quando considerada a configuração externa do exemplar.
Cristina levou o título de Pantera em 1992; este exemplar, três décadas depois, ainda preserva até o pôster em condição digna de quem coleciona com lupa.
Veja mais informações na descrição abaixo.
Informações Rápidas
- Tipo de edição: Exemplar de Assinante
- Número da edição: 202
- Ano/Data: Maio de 1992 — Ano XVII
- Quantidade: 140 páginas editoriais, além das capas
- Editora: Editora Abril
- Preço de capa da época: Cr$ 11.500,00
- Modelo de capa: Cristina Mortágua
- Fotógrafo da capa: Pedro Martinelli
- Entrevista principal: Joyce Pascowitch
- Pôster: Presente e em excelente estado de conservação
Modelo em Destaque — Cristina Mortágua
Teresa Cristina da Silva Mortágua nasceu em 8 de setembro de 1970, no Rio de Janeiro, com sua origem frequentemente associada ao bairro de Jacarepaguá. Quando a Playboy de maio de 1992 chegou ao público, Cristina tinha 21 anos e atravessava exatamente o momento em que seu nome começava a circular nacionalmente.
O elemento decisivo daquela projeção foi a conquista do título de Pantera 92. O Concurso das Panteras, ligado ao empresário Ricardo Amaral e ao ambiente de glamour da noite carioca, havia se transformado em verdadeira vitrine de novos rostos. A lista de vencedoras anteriores já incluía nomes que alcançariam grande notoriedade, entre eles Xuxa Meneghel.
Cristina venceu a edição de 1992 e a Playboy rapidamente transformou o resultado em acontecimento editorial. Por isso, a expressão Pantera 92 impressa em destaque na capa não é apenas uma chamada publicitária: identifica precisamente o momento que colocou a modelo sob os holofotes.
Ela tinha começado a aparecer profissionalmente pouco antes. Em 1991, fez participação no seriado televisivo de Leandro & Leonardo, ainda antes da projeção proporcionada pelo concurso. Depois da Playboy, sua presença na mídia se ampliaria consideravelmente.
Cristina tornou-se uma das modelos brasileiras mais reconhecidas da década de 1990. Voltou às publicações masculinas posteriormente, incluindo capas da revista Sexy, e expandiu sua atuação para televisão e entretenimento.
Na televisão, participou da novela Perdidos de Amor, da Rede Bandeirantes, e passou por diferentes atrações. No começo dos anos 2000 apresentou o quadro Rala Peito, ligado ao Domingão do Faustão, e depois esteve à frente de O Charme da Bola, programa relacionado ao universo esportivo.
Décadas depois da capa que inaugurou sua grande exposição, voltou novamente ao centro da televisão como participante de A Fazenda 7, em 2014, demonstrando como o nome Cristina Mortágua permaneceu reconhecível muito depois do auge das revistas impressas.
Outra curiosidade conhecida de sua trajetória é sua ligação com o futebol. Cristina teve um filho, Alexandre Mortágua, com o ex-jogador Edmundo, personagem de enorme projeção esportiva e midiática nos anos 1990.
Sua vida posterior teve períodos de afastamento dos grandes veículos e reaparições pontuais na imprensa e nas redes sociais. Atualmente não mantém a mesma rotina de televisão e modelagem que marcou o auge de sua carreira, mas permanece reconhecida como uma das figuras características da cultura de celebridades brasileira da década de 1990.
Para o colecionador, a nº 202 tem justamente a vantagem de registrar o começo dessa história, antes de boa parte dos episódios pelos quais Cristina se tornaria conhecida. É a Pantera recém-eleita, aos 21 anos, transformada em capa no instante de sua ascensão.
Ensaio Principal — Cristina Mortágua
O ensaio principal começa na página 42 e foi produzido por Pedro Martinelli.
A própria revista apresenta Cristina como a grande novidade daquele momento, associando diretamente sua presença à vitória como Pantera 92. A estética da capa trabalha com fundo amarelo intenso, logotipo vermelho e uma composição que praticamente transforma a modelo no ponto de ruptura entre as duas cores.
O expediente da edição identifica Martinelli como responsável pelas fotografias da capa. Sua participação adiciona interesse para colecionadores de fotografia editorial brasileira, sobretudo porque ele assinou diversas produções importantes da Playboy no início daquela década.
Playmate do Mês — Cady Cantrell
A modelo apresentada pela edição brasileira na matéria Tentação do Campo é Cady Cantrell — grafia utilizada em sua carreira internacional. Seu nome é ocasionalmente reproduzido como Candy em referências brasileiras, mas a identificação da Playboy norte-americana é Cady Cantrell.
Cady Cantrell nasceu em 12 de setembro de 1972, em Lanett, Alabama, Estados Unidos. Quando apareceu nesta Playboy brasileira, em maio de 1992, tinha 19 anos, exatamente como a publicação informa.
Sua trajetória antes da Playboy combina diversos elementos da cultura norte-americana daquele período. Cady foi cheerleader durante quatro anos, primeiro em Lanett, Alabama, e depois em Norcross, Geórgia. Antes de se tornar Playmate, também havia trabalhado como modelo em produções da própria Playboy dedicadas a lingerie e moda praia.
Outro trabalho curioso de seu início profissional foi como garçonete em uma unidade do Hooters na Geórgia, antes de alcançar projeção como modelo.
Quando produziu seu ensaio, Cady vivia em Atlanta. Sua relação com a natureza descrita na edição brasileira também possui base em sua vida profissional daquele momento: ela realmente trabalhava em uma empresa de paisagismo, atividade que combinava com a ambientação rural escolhida para o ensaio.
O sotaque sulista mencionado pela Playboy brasileira também virou assunto na publicação norte-americana. Cady havia começado aulas de interpretação e chegou a discutir se o forte sotaque poderia limitar sua futura carreira de atriz. A comparação com Julia Roberts, também sulista, apareceu como uma referência aspiracional bastante típica daquele começo dos anos 1990.
Há uma curiosidade deliciosa em sua passagem por Chicago para fotografar o ensaio. Durante uma visita ao famoso grupo de comédia Second City, Cady acabou convidada para uma pequena participação no palco. Entre os integrantes envolvidos naquela apresentação estava um jovem Steve Carell, muitos anos antes de se tornar mundialmente conhecido por cinema e televisão.
Cady foi escolhida Playmate of the Month da Playboy norte-americana em abril de 1992. A edição brasileira trouxe seu ensaio logo depois, demonstrando a rapidez com que o conteúdo produzido pela Playboy dos Estados Unidos circulava pelas edições internacionais.
Sua ligação com a marca continuou em outras produções e vídeos Playboy ao longo dos anos seguintes. Informações públicas confiáveis sobre sua atividade profissional contemporânea são escassas; por isso, não se atribui aqui uma profissão atual sem confirmação documental segura.
Tentação do Campo — Cady Cantrell
O ensaio preserva muito da atmosfera que definiu originalmente a apresentação norte-americana da modelo.
Natureza, paisagem rural e juventude compõem a narrativa construída em torno de uma Cady de apenas 19 anos, ainda dividindo a rotina entre modelagem, trabalho numa empresa de paisagismo e ambições de interpretação.
Sua presença acrescenta à nº 202 uma dimensão internacional interessante: enquanto Cristina Mortágua representava uma novidade genuinamente brasileira, a Playmate fazia a ponte com a produção norte-americana praticamente contemporânea.
Outros Ensaios e Destaques Fotográficos
- Cristina Mortágua — página 42: ensaio central da recém-eleita Pantera 92.
- Tentação do Campo — página 58: ensaio internacional com Cady Cantrell.
- A Rainha da Espanha — página 76: ensaio com a toureira Isabela Scholl, alinhado à forte temática espanhola da edição.
- Despedida de Solteiras — página 84: produção temática ligada ao mês das noivas.
- Pôster original: preservado neste exemplar em excelente estado de conservação, somente com as dobras originais.
Índice ou Sumário da Edição
A nº 202 possui uma identidade editorial bastante clara: maio de 1992, Espanha, política, moda, comportamento e uma nova personagem surgindo no cenário brasileiro.
- Página 8 — Caro Playboy: tradicional espaço dedicado ao relacionamento com os leitores.
- Página 12 — Assessoria: abertura da área de serviço.
- Página 17 — Insiders: tendências e referências internacionais do período.
- Página 20 — Quanto Vale seu Sonho: matéria sobre imóveis em Miami como investimento.
- Página 24 — Mulheres: personalidades comentam suas expectativas para o Dia dos Namorados.
- Página 26 — Zoom: abordagem envolvendo Magic Johnson, então personagem central de discussões sobre esporte, saúde e comportamento.
- Página 31 — Entrevista com Joyce Pascowitch: conversa com uma das colunistas sociais mais conhecidas do jornalismo brasileiro.
- Página 38 — Como Trabalhar com Mulheres: comportamento no ambiente profissional.
- Página 42 — Cristina Mortágua: ensaio principal da Pantera 92.
- Página 52 — Perfil de Joaquim Marinho: reportagem sobre o criador de uma coleção dedicada ao erotismo em Manaus.
- Página 56 — Faça Amor e Fique em Forma: matéria sobre gasto calórico e atividade sexual.
- Página 58 — Tentação do Campo: ensaio com Cady Cantrell.
- Página 65 — O Melhor da Espanha: roteiro pelo país que seria um dos grandes centros das atenções mundiais naquele ano.
- Página 72 — Sabores da Espanha: seleção de restaurantes espanhóis no Brasil.
- Página 76 — A Rainha da Espanha: ensaio temático ligado à cultura espanhola.
- Página 82 — Gosto de Pouco: ficção publicada dentro da tradição literária da revista.
- Página 84 — Despedida de Solteiras: ensaio ligado ao mês das noivas.
- Página 90 — O Dia em que o Ministério Implodiu: bastidores políticos do governo Collor.
- Página 93 — Especial Moda e Estilo: extenso caderno dedicado às tendências do inverno de 1992.
- Página 132 — High Tech: tecnologia e objetos de consumo.
- Página 134 — Vídeo Erótico: seleção de produções em vídeo.
- Página 138 — Flagrantes Indiscretos da Fama: bastidores de celebridades.
- Página 140 — As Piadas de Playboy: tradicional seção de humor.
Importância Histórica e Cultural
A Playboy nº 202 chegou às bancas num momento em que 1992 começava a se revelar um ano extraordinariamente intenso.
Na política, o governo Fernando Collor atravessava deterioração acelerada, contexto refletido diretamente na reportagem O Dia em que o Ministério Implodiu. Poucas semanas depois, a crise envolvendo PC Farias e Pedro Collor assumiria proporções que dominariam o restante do ano.
Internacionalmente, a Espanha estava no centro das atenções. Barcelona receberia os Jogos Olímpicos e Sevilha sediava a Expo 92. A Playboy incorporou esse ambiente em várias partes da edição: viagens, gastronomia, ensaio temático e cultura espanhola aparecem conectados dentro do mesmo número.
Enquanto isso, Cristina Mortágua representava um fenômeno bem brasileiro: concursos de beleza ainda funcionavam como trampolim de enorme visibilidade, e uma vencedora podia migrar rapidamente da passarela para uma capa nacional.
Curiosidades da Edição
- Cristina Mortágua tinha apenas 21 anos quando protagonizou a nº 202.
- A capa surgiu imediatamente ligada à conquista do título de Pantera 92.
- O ensaio principal foi fotografado por Pedro Martinelli.
- Cady Cantrell tinha 19 anos e havia acabado de ser escolhida Playmate norte-americana de abril de 1992.
- Antes da Playboy, Cady havia sido cheerleader, trabalhado no Hooters e atuava em uma empresa de paisagismo.
- Em uma visita ao Second City de Chicago, Cady chegou a dividir uma pequena apresentação com integrantes da companhia, entre eles um então jovem Steve Carell.
- A presença recorrente da Espanha na edição está diretamente ligada ao ano dos Jogos Olímpicos de Barcelona e da Expo 92 de Sevilha.
Valor para Coleção
- Capa de Cristina Mortágua no momento inicial de sua projeção nacional.
- Registro da vencedora do Concurso Pantera 92.
- Fotografias de Pedro Martinelli.
- Presença da Playmate internacional Cady Cantrell praticamente imediatamente após sua edição norte-americana.
- Pôster original presente e em excelente estado de conservação.
- Exemplar de assinante.
- Capa, lombada e contracapa em condição acima da média.
- Miolo excepcionalmente bem preservado.
- Forte representatividade cultural e editorial de 1992.
Usos e Benefícios
- Excelente para coleção cronológica da Playboy Brasil.
- Interesse especial para colecionadores de Cristina Mortágua e personalidades dos anos 1990.
- Peça relevante para acervos ligados à fotografia de Pedro Martinelli.
- Material de pesquisa sobre publicidade, comportamento, moda e design editorial.
- Exemplar apropriado para quem prioriza revistas completas, com pôster original preservado.
Por que Adquirir Este Exemplar?
- Registra Cristina Mortágua aos 21 anos, justamente quando o título Pantera 92 colocou seu nome em evidência.
- Preserva o pôster original em excelente estado, apenas com suas dobras de fábrica.
- Apresenta lombada, capa e contracapa muito bem conservadas.
- O miolo permanece completo e excepcionalmente limpo, exibindo apenas discreto amarelecimento natural em determinadas páginas claras.
- A condição de exemplar de assinante acrescenta interesse específico ao conjunto.
- É uma Playboy de mais de três décadas cuja conservação permite satisfazer um colecionador especialmente atento ao estado físico da peça.
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