Playboy Nº 176 | Março/1990 | Luma de Oliveira — Mulher da Década | Pôster de Pamela Anderson Presente | Exemplar de Assinante

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Exemplar muito bem preservado, com miolo íntegro e participação histórica de Roberta Close em um dos números mais marcantes daquele período.

A chegada dos anos 90 encontra a Playboy celebrando uma de suas musas mais emblemáticas. Luma de Oliveira, escolhida pelos leitores como Mulher da Década, domina uma capa de enorme força visual, enquanto o interior reserva dois registros que ganharam dimensão histórica: Roberta Close em uma produção decisiva de sua trajetória e uma jovem Pamela Anderson quando Hollywood ainda era apenas um sonho. Uma combinação rara de personagens que acabariam ocupando lugares muito diferentes — e permanentes — na cultura popular.

Estado Geral de Conservação: ÓTIMO

  1. CAPA: ótimo estado de conservação, mantendo fotografia, fundo escuro, logotipo amarelo e chamadas com excelente intensidade visual. Há apenas discretíssimos sinais de atrito nas extremidades, mais perceptíveis nas quinas e junto à margem superior direita. Não apresenta perdas relevantes, rasgos ou vincos estruturais.
  2. CONTRACAPA: excelente estado de conservação, com superfície limpa, boa planicidade e extremidades muito bem preservadas. Os eventuais sinais de manuseio são mínimos.
  3. LOMBADA: firme, reta e em ótimo estado, com excelente união entre capas e miolo. Apresenta apenas mínimos sinais de contato nas extremidades superior e inferior, sem abertura, perda de papel ou comprometimento estrutural.
  4. PÔSTER: presente e em excelente estado de conservação, trazendo Pamela Anderson, justamente no início de sua trajetória internacional ligada à Playboy.
  5. MIOLO: íntegro e em ótimo estado de conservação, com excelente apresentação geral. Há discreto amarelecimento na primeira e na última página, além de leve alteração de tonalidade nas páginas adjacentes ao pôster, consequência natural do contato entre papéis e do envelhecimento.
  6. OBSERVAÇÃO: exemplar de assinante. Possui aproximadamente 150 páginas físicas, com a numeração editorial chegando à página 148. O conjunto apresenta conservação muito superior à média para uma publicação de 1990, especialmente pelo estado da capa, lombada, miolo e pôster.

Luma já era a Mulher da Década; Pamela ainda sonhava com um Oscar; Roberta escrevia um novo capítulo de sua vida. Tudo isso continua reunido no mesmo exemplar — inclusive o pôster.

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Informações Rápidas

  1. Publicação: Playboy Brasil
  2. Tipo de edição: Exemplar de Assinante
  3. Número da edição: 176
  4. Ano / Data: Março de 1990
  5. Quantidade: aproximadamente 150 páginas físicas, com paginação editorial até 148
  6. Editora: Editora Abril
  7. Preço de capa da época: NCz$ 230,00
  8. Modelo de capa: Luma de Oliveira
  9. Fotografia da capa: Paulo Vainer
  10. Playmate: Pamela Anderson
  11. Pôster: Pamela Anderson — presente e em excelente estado
  12. Estado geral: ÓTIMO

Modelo em Destaque — Luma de Oliveira

Quando os leitores da Playboy elegeram Luma de Oliveira como Mulher da Década, a escolha coroava uma ascensão que havia começado muito antes daquela capa.

Nascida em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, em 10 de dezembro de 1964, e criada em Niterói, Luma iniciou a carreira de modelo ainda adolescente. Era a caçula de uma família numerosa e tinha como referência pública a irmã Ísis de Oliveira, atriz que já desfrutava de grande projeção nacional. Luma começou a modelar aos 16 anos e chegou a trabalhar também fora do Brasil, incluindo temporadas na Europa e no Japão.

Em março de 1990, portanto, ela tinha 25 anos e já não precisava mais ser apresentada como a irmã mais nova de Ísis. Havia conquistado uma identidade pública própria, construída pela combinação de passarelas, televisão, cinema, Carnaval e sucessivas aparições editoriais.

A relação de Luma com o Carnaval foi decisiva para essa transformação. Ela ganhou projeção nacional como musa da avenida e estreou como madrinha de bateria em 1987, na Caprichosos de Pilares. Ao longo da carreira, passaria também por escolas como Portela, Mangueira, Tradição e Viradouro, tornando-se uma das figuras femininas mais associadas ao Sambódromo nas décadas seguintes.

Sua trajetória como atriz igualmente avançava naquele período. Luma já havia atuado em televisão e cinema e, em 1990, participaria tanto de Boca de Ouro quanto da novela Meu Bem, Meu Mal. Isso ajuda a entender por que aquela capa não era simplesmente uma eleição de beleza: ela chegava à revista como uma personalidade efetivamente presente em vários segmentos do entretenimento brasileiro.

A relação com a Playboy também já era sólida. Luma se transformaria em uma das mulheres mais recorrentes da história brasileira da publicação, com múltiplas capas ao longo de diferentes fases de sua vida. Em 2001, ao anunciar novo ensaio, a própria imprensa recordava que ela possuía o título de Mulher da Década, conquistado em 1990.

É justamente essa circunstância que torna a Nº 176 particularmente importante dentro de sua trajetória editorial. Não se trata apenas de mais uma aparição: esta é a edição que registra a Playboy e seus leitores transformando Luma em um símbolo de toda uma década.

A fotografia de capa ficou a cargo de Paulo Vainer. Em vez de recorrer a uma composição cheia de elementos, a direção visual aposta no rosto de Luma ocupando praticamente toda a página. O cabelo escuro, os olhos voltados diretamente para o leitor, o fundo igualmente escuro e o gigantesco logotipo amarelo criam uma capa de enorme presença gráfica.

O resultado é quase um retrato.

E é precisamente essa simplicidade que a torna tão eficiente: numa publicação conhecida por capas elaboradas, a Nº 176 precisava apenas do rosto de Luma e de seu primeiro nome escrito em vermelho para comunicar quem havia sido escolhida como Mulher da Década.

Ensaio Principal — Luma de Oliveira, a Mulher da Década

O ensaio começa na página 64.

O índice o apresenta como uma celebração da escolha realizada pelos leitores, transformando o ensaio em algo maior que uma simples produção fotográfica: era a consagração editorial de uma personagem que havia atravessado os anos 80 acompanhando a própria expansão cultural da Playboy brasileira.

Luma representava naquele momento um tipo muito particular de celebridade nacional. Era modelo, atriz, personagem de Carnaval e figura recorrente da imprensa, transitando com naturalidade entre passarela, televisão, cinema e grandes eventos.

A edição captura exatamente o instante em que essa presença deixa de ser apenas popular e recebe um título simbólico dentro do universo da revista.

Destaque Especial — Roberta Close, o Final Feliz

A partir da página 110, a Nº 176 reserva um dos registros mais historicamente relevantes daquele ano: Roberta Close aparece em uma produção intitulada Roberta Close, o Final Feliz.

A matéria foi publicada depois que Roberta realizou, em 1989, em Londres, sua cirurgia de redesignação sexual. A edição de março de 1990 apresentou pela primeira vez na Playboy brasileira seu corpo após a cirurgia, tornando o ensaio um capítulo de enorme repercussão dentro da trajetória da modelo e também da história da representação de pessoas trans na grande imprensa brasileira.

Roberta já era uma celebridade nacional muito antes disso. Sua imagem havia provocado fascínio extraordinário desde a primeira metade dos anos 80, período em que sua presença em eventos, televisão e revistas frequentemente se transformava em notícia.

Nesta Playboy, entretanto, a abordagem assume uma dimensão muito particular: o índice anuncia que o antigo mistério havia chegado ao fim e coloca a matéria como uma espécie de conclusão de uma narrativa que a própria imprensa acompanhava havia anos.

Vista hoje, essa linguagem precisa ser compreendida dentro de seu contexto histórico. O interesse da peça para coleção está justamente em documentar como uma publicação de grande circulação tratava identidade de gênero em 1990, com todos os códigos editoriais daquele momento.

A relevância do ensaio ultrapassou a própria edição. Estudos acadêmicos sobre representação de gênero chegaram a analisar especificamente esta reportagem da Playboy e sua maneira de apresentar a transformação pública de Roberta.

Playmate do Mês — Pamela Anderson

Na página 86, surge uma jovem canadense praticamente no ponto zero de uma das carreiras mais reconhecíveis da cultura pop das décadas seguintes.

Pamela Denise Anderson nasceu em 1º de julho de 1967 em Ladysmith, British Columbia, Canadá. Quando esta edição brasileira chegou ao leitor, em março de 1990, ela tinha apenas 22 anos.

E quase tudo que o mundo passaria a associar a Pamela ainda estava por acontecer.

A história começa no Canadá. Esportista na adolescência, ela jogou vôlei e acabou sendo notada de uma maneira quase cinematográfica: durante uma partida do B.C. Lions, apareceu no telão usando uma camiseta da cerveja Labatt. A repercussão levou a trabalhos promocionais e publicitários e, em seguida, ao interesse da Playboy.

Sua primeira capa americana veio em outubro de 1989. Poucos meses depois, Pamela foi escolhida Playmate of the Month de fevereiro de 1990, com ensaio fotografado por Arny Freytag. Isso significa que a Nº 176 brasileira a apresentou praticamente em tempo real, apenas semanas depois de sua consagração como Playmate nos Estados Unidos.

A descrição publicada na edição brasileira é particularmente fascinante quando lida hoje.

Pamela ainda é apresentada como ex-jogadora de vôlei, dividindo o tempo entre o trabalho ligado ao setor de viagens e as aulas destinadas a prepará-la para a carreira de atriz. Seu grande desejo era chegar ao cinema e conquistar um Oscar.

Em 1990, isso era apenas ambição.

Pouco depois, vieram Home Improvement e, sobretudo, Baywatch, série que a transformou em uma das imagens mais reconhecidas da televisão mundial. Sua relação com a Playboy se prolongaria por décadas: Pamela acabaria estabelecendo o recorde de maior número de capas da publicação entre suas modelos.

A história ainda ganhou um interessante epílogo recente. Depois de décadas sendo tratada principalmente como símbolo sexual, Pamela passou por uma forte reavaliação como atriz. Sua atuação em The Last Showgirl, de 2024, rendeu uma indicação ao Globo de Ouro de 2025 como Melhor Atriz em Filme Dramático. Também estreou na Broadway em Chicago, publicou suas memórias e retomou uma carreira cinematográfica com maior reconhecimento crítico.

Isso torna sua presença nesta Nº 176 especialmente saborosa para o colecionador: a revista mostra Pamela antes de Baywatch, antes da fama mundial e antes de praticamente tudo que tornaria seu nome conhecido internacionalmente.

Pôster — Pamela Anderson

Este exemplar conserva o pôster original de Pamela Anderson em excelente estado de conservação.

A permanência do material é particularmente significativa porque ele registra uma personagem exatamente no início de sua transformação em fenômeno mundial.

Pôsteres são, por natureza, elementos vulneráveis de revistas antigas: foram destacados, afixados, dobrados, perdidos ou separados de inúmeros exemplares. Encontrá-lo ainda associado à revista e bem conservado acrescenta um importante diferencial de coleção.

Índice ou Sumário da Edição

  1. Gatas, Panteras & Coelhinhas — pág. 15: duas modelos ligadas ao interior brasileiro e aos eventos Playboy.
  2. Mulheres — pág. 26: dez celebridades relembram brincadeiras de médico da infância.
  3. Luma de Oliveira — pág. 64: ensaio que celebra a escolha da Mulher da Década.
  4. O Oscar da Beleza — pág. 86: apresentação de Pamela Anderson, ainda no início da carreira.
  5. Roberta Close, o Final Feliz — pág. 110: produção histórica realizada após a cirurgia de redesignação sexual da modelo.
  6. O Analista de Bagé — pág. 93: humor.
  7. As Piadas de Playboy — pág. 148: seção tradicional de encerramento.
  8. A Hora Certa para Cada Drinque — pág. 84: roteiro de bebidas para diferentes momentos do dia.
  9. Manual para se Viver Bem com Elas — pág. 94: comportamento com o humor característico da revista.
  10. Os Cursos Nota 10 — pág. 102: ranking de instituições e cursos superiores.
  11. High Tech — pág. 142: tecnologia, incluindo TV de alta definição e toca-discos portátil para CDs.
  12. O Homem na Cozinha — pág. 16: gastronomia.
  13. Caribe, um Mergulho no Prazer — pág. 76: viagem e lazer.
  14. Irresistível: Jeans & Cia. — pág. 98: moda masculina.
  15. A Primeira Vez — pág. 74: ficção de E. L. Doctorow.

Entrevista — Carlos Castello Branco

Na página 47, a tradicional entrevista da Playboy recebe o jornalista político Carlos Castello Branco.

A própria edição destaca sua experiência acompanhando sucessivos presidentes brasileiros e promete histórias, segredos e bastidores do poder.

A escolha é especialmente significativa em março de 1990, mês de transição presidencial e de enorme efervescência política no Brasil. A Nº 176, portanto, não vive apenas de glamour: ela registra também o ambiente político de uma mudança histórica.

Playboy Documento — A Melhor Entrevista de Fernando Collor

Na página 123, a revista recupera uma entrevista anterior com Fernando Collor, publicada originalmente em 1987.

A republicação ganha uma dimensão documental evidente porque acontece justamente no momento em que Collor chega à Presidência da República.

A própria capa reforça essa vertente jornalística ao anunciar histórias relacionadas ao então novo presidente, produzindo uma edição fortemente ligada ao clima político daquele mês.

Perfil — Augusto Liberato

Na página 60, o perfil dedicado a Gugu Liberato registra outro personagem em franca ascensão.

A revista o apresenta como um nome que vinha transformando sua presença televisiva em um verdadeiro empreendimento, documentação interessante de uma fase anterior ao auge que ainda alcançaria na televisão brasileira durante os anos 90.

10 Perguntas — André Azevedo

Na página 140, André Azevedo participa da seção de perguntas rápidas, em pauta ligada ao automobilismo e às competições internacionais.

Importância Histórica e Cultural

Poucas edições conseguem concentrar tantos caminhos que depois se tornariam historicamente relevantes.

Luma de Oliveira já estava no auge e era coroada Mulher da Década.

Roberta Close atravessava um momento decisivo de sua história pessoal e pública.

Pamela Anderson ainda era uma jovem canadense sonhando com Hollywood — semanas depois de se tornar Playmate.

Fernando Collor chegava à Presidência.

Gugu Liberato estava consolidando sua ascensão na televisão.

É uma edição na qual o passado e o futuro parecem se encontrar.

O que o leitor de março de 1990 via como atualidade hoje se tornou documento: escolhas editoriais, estética, celebridades, linguagem, política, comportamento e até expectativas de carreira.

Curiosidades da Edição

  1. Luma de Oliveira tinha 25 anos e havia sido escolhida pelos leitores como Mulher da Década.
  2. Pamela Anderson havia acabado de ser Playmate de fevereiro de 1990 nos Estados Unidos quando apareceu nesta edição brasileira.
  3. A jovem Pamela ainda era apresentada como alguém que estudava para se tornar atriz; anos depois, seria indicada ao Globo de Ouro por The Last Showgirl.
  4. O ensaio de Roberta Close registra um momento decisivo de sua trajetória, pouco depois da cirurgia realizada em Londres em 1989.
  5. A edição circulou justamente no período da chegada de Fernando Collor à Presidência, reforçando seu interesse também como documento político.
  6. O pôster original de Pamela Anderson permanece presente em excelente estado, importante diferencial desta unidade.

Valor para Coleção

  1. Luma de Oliveira como Mulher da Década, uma de suas capas mais emblemáticas.
  2. Exemplar de assinante.
  3. Participação histórica de Roberta Close.
  4. Aparição de Pamela Anderson no início absoluto de sua carreira internacional.
  5. Pôster original de Pamela Anderson presente e em excelente estado.
  6. Entrevista com Carlos Castello Branco.
  7. Conteúdo político ligado a Fernando Collor em março de 1990.
  8. Excelente conservação de capa, contracapa, lombada e miolo.
  9. Amarelecimento bastante discreto e restrito a pontos localizados.

Usos e Benefícios

  1. Excelente peça para coleção cronológica da Playboy Brasil.
  2. Especialmente interessante para acervos dedicados a Luma de Oliveira, Pamela Anderson e Roberta Close.
  3. Material relevante para pesquisa de fotografia editorial, comportamento, televisão, política e cultura brasileira.
  4. Forte interesse para colecionadores de Playmates internacionais publicadas no Brasil.
  5. Exemplar especialmente desejável pela preservação do pôster original e pela condição de assinante.

Por que Adquirir Este Exemplar?

Porque poucas Playboys brasileiras de 1990 conseguem reunir tantos personagens relevantes em fases tão particulares de suas histórias.

Luma de Oliveira aparece consagrada. Roberta Close protagoniza um registro de grande significado histórico. Pamela Anderson surge antes de Baywatch e antes da fama mundial, ainda falando do sonho de se tornar atriz — e permanece também no pôster original em excelente estado de conservação.

Fisicamente, o conjunto acompanha a força do conteúdo: capa e lombada em ótimo estado, contracapa em excelente condição, miolo íntegro e praticamente sem amarelecimento generalizado, com apenas alterações discretas em folhas específicas.

É uma Nº 176 que preservou muito bem aquilo que fez dela especial em março de 1990 — e que o tempo tornou ainda mais interessante para coleção.

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Especificação: Playboy Nº 176 | Março/1990 | Luma de Oliveira — Mulher da Década | Pôster de Pamela Anderson Presente | Exemplar de Assinante

Revistas Adultas
Condição

Década

Formato de Venda

Origem da Edição

Pôster

Tipo de Edição

Specification
Ano da Edição

1990

Dimensions
Weight301 g

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