Playboy Nº 114 | Janeiro/1985 | Cláudia Ohana | Pôster Tricia Laude | Ótimo Estado
R$329,90
Cláudia Ohana abre 1985 em uma das capas mais elegantes de sua primeira fase na Playboy, num exemplar de conservação acima da média, com miolo excepcionalmente claro e pôster original preservado.
Janeiro de 1985 encontrou Cláudia Ohana aos 21 anos, já reconhecida pelo cinema e especialmente pela repercussão de Eréndira, adaptação da obra de Gabriel García Márquez que ajudou a projetar seu nome além do Brasil. Fotografada por J.R. Duran, a atriz ocupa uma capa de composição sofisticada e pouco carregada, com o rosto em primeiro plano e chamadas que registram um Brasil de verão, comportamento, música, política e personagens como Chiquinho Scarpa e Luís Carlos Prestes. Quatro décadas depois, esta unidade permanece especialmente atraente pela ótima condição do conjunto e pela presença do pôster original.
Estado Geral de Conservação: ÓTIMO
- CAPA: Em ótimo estado de conservação, com fotografia, cores, logotipo e chamadas muito bem preservados. Apresenta apenas discretas manchas e tonalizações naturais do tempo próximas à extremidade direita, além de leves sinais de atrito nas quinas e bordas. O canto superior direito mostra pequena marca de manuseio, enquanto a região inferior apresenta desgaste muito discreto. Não há rasgos relevantes, grandes vincos ou perdas expressivas de material.
- CONTRACAPA: Em ótimo estado geral, íntegra e com a publicidade original muito bem preservada. Apresenta leves manchas e pontos de tonalização pelo tempo, mais perceptíveis nas áreas claras e junto às extremidades, além de discretos sinais de manuseio. Não apresenta danos estruturais importantes.
- LOMBADA: Firme, alinhada e em ótimo estado de conservação. Há somente discretos sinais de desgaste nas extremidades superior e inferior, com pequena tonalização natural do papel junto à dobra. Os grampos e a estrutura permanecem funcionais.
- PÔSTER: Presente. O pôster original de Tricia Laude, correspondente à seção Garota do Pôster, encontra-se em excelente estado de conservação, preservando integralmente sua apresentação.
- MIOLO: Íntegro, firme e em condição excepcional para uma revista publicada em 1985. O conjunto permanece praticamente sem amarelamento, com páginas muito claras, fotografias vivas e excelente legibilidade. Há apenas tonalização discretíssima nas extremidades de algumas folhas.
- PÁGINAS ADJACENTES AO PÔSTER: Uma das folhas em contato direto com o pôster apresenta leve amarelamento localizado, sem prejuízo ao conteúdo.
- ÚLTIMA FOLHA: A região final da revista apresenta amarelamento um pouco mais perceptível, ainda leve e compatível com a idade.
- OBSERVAÇÃO: Revista completa em seu conteúdo principal, com 154 páginas, miolo muito bem preservado e pôster original presente. As pequenas manchas e desgastes externos são pontuais e não diminuem a excelente apresentação geral do exemplar.
Cláudia Ohana ficou com a capa, Tricia com o pôster e o tempo, desta vez, quase esqueceu de amarelar as páginas. Para uma Playboy de janeiro de 1985, é um conjunto que atravessou quatro décadas com notável elegância.
Mais informações na descrição do item abaixo
Informações Rápidas
- Publicação: Playboy Brasil
- Tipo de edição: Regular de banca
- Número: 114
- Ano editorial: Ano 10
- Data: Janeiro de 1985
- Quantidade de páginas: 154
- Editora: Editora Abril
- Preço original de capa: Cr$ 6.000
- Modelo da capa: Cláudia Ohana
- Fotografia da capa: J.R. Duran
- Garota do Pôster: Tricia Laude
- Pôster: Presente
- Estado do pôster: EXCELENTE
- Estado do miolo: ÓTIMO / praticamente sem amarelamento
- Estado geral: ÓTIMO
Modelo em Destaque — CLÁUDIA OHANA
Do cinema à consagração na televisão
Cláudia Ohana, nome artístico de Maria Cláudia Carneiro Silva, nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro de 1963.
Filha de uma família ligada às artes, cresceu próxima ao ambiente cultural e começou a trabalhar ainda muito jovem. Sua carreira se desenvolveu primeiro com forte presença no cinema, antes de a televisão transformá-la em um dos rostos mais conhecidos de sua geração.
Quando esta Playboy chegou às bancas, em janeiro de 1985, Cláudia tinha apenas 21 anos, às vésperas de completar 22.
Apesar da pouca idade, já possuía uma experiência artística considerável.
Eréndira e a projeção internacional
Um dos trabalhos decisivos daquele primeiro período foi Eréndira, produção cinematográfica inspirada na obra de Gabriel García Márquez.
Cláudia interpretou a personagem central da história, experiência que lhe trouxe visibilidade internacional e explica a chamada utilizada pela Playboy, que a apresenta como a estrela de Eréndira.
O papel exigia uma presença de câmera intensa e ajudou a estabelecer uma imagem que combinava sensualidade, dramaticidade e personalidade — características que posteriormente marcariam muitas de suas personagens.
A Playboy nº 114 captura justamente esse momento: uma atriz jovem, mas que já não podia ser apresentada simplesmente como uma revelação.
A trajetória que ainda estava por vir
A capa de janeiro de 1985 antecede vários dos trabalhos que fariam Cláudia Ohana se tornar definitivamente uma figura central da televisão brasileira.
Durante as décadas seguintes, ela construiria personagens em novelas, séries, filmes e peças teatrais.
Entre seus trabalhos mais lembrados está Natasha, de Vamp, personagem que a transformou em um dos rostos mais associados à televisão brasileira do início dos anos 1990.
Poucos anos depois, viveria Isabela Ferreto, em A Próxima Vítima, personagem muito diferente e igualmente marcante.
A atriz transitou ainda por produções de diferentes gêneros, do drama à comédia, mantendo presença constante no teatro e na televisão.
Essa longevidade profissional dá outro significado à Playboy nº 114: ela não registra o auge final de uma trajetória, mas uma artista ainda muito jovem antes de diversos de seus maiores personagens.
Uma História que Voltaria à Playboy
A participação de 1985 tornou-se uma das imagens mais conhecidas da juventude de Cláudia Ohana.
Mais de duas décadas depois, a atriz voltaria à Playboy, criando um raro diálogo entre momentos muito diferentes de sua vida e carreira.
Por isso, a edição nº 114 possui interesse especial dentro de coleções dedicadas à própria atriz: ela representa a Cláudia Ohana do início dos anos 1980, ainda fortemente associada ao cinema e antes de personagens televisivos que marcariam gerações.
Destaque Fotográfico Principal — CLÁUDIA OHANA
O ensaio começa na página 48.
A fotografia da capa é assinada por J.R. Duran, um dos nomes fundamentais da fotografia editorial brasileira.
A composição utiliza um fundo muito claro e deixa praticamente todo o impacto visual concentrado na modelo.
Os cabelos negros, o olhar frontal e os brincos longos criam contraste com a grande área branca da capa, enquanto o logotipo vermelho da Playboy funciona como principal elemento gráfico.
Há uma elegância muito particular nessa produção.
Em vez de um cenário chamativo ou composição carregada, a capa depende quase exclusivamente do rosto, do olhar e da expressão corporal de Cláudia.
O resultado envelheceu particularmente bem e permanece imediatamente reconhecível como uma imagem editorial da primeira metade dos anos 1980.
Garota do Pôster — TRICIA LAUDE
A seção Garota do Pôster aparece a partir da página 72.
A própria Playboy apresenta Tricia como uma jovem estudante de arte dramática e dança, interessada também por filosofias orientais.
Diferentemente de estrelas brasileiras que já possuíam extensa carreira televisiva, sua apresentação na edição é construída principalmente como um perfil de juventude, movimento e formação artística.
O ensaio acompanha essa proposta, explorando uma imagem descontraída e espontânea.
As informações biográficas amplamente disponíveis sobre Tricia são bastante mais limitadas do que as existentes sobre as grandes atrizes e modelos brasileiras presentes na publicação. Por isso, o interesse colecionável está especialmente ligado ao próprio registro editorial preservado nesta Playboy.
O pôster original permanece presente neste exemplar em excelente estado de conservação.
Outros Ensaios e Destaques
Surpresa na Noite — Página 88
Uma produção ambientada no metrô de São Paulo, explorando a ideia de uma aparição inesperada durante a rotina urbana.
Além do conteúdo fotográfico, a matéria é um curioso registro visual de São Paulo e de seu sistema de transporte na primeira metade da década de 1980.
Suzana Petit — Página 97
A revista apresenta Suzana Petit, associando a modelo ao circuito de festas e à noite de Ipanema.
Garotas do Rock — Página 106
A edição acompanha mulheres ligadas à cena musical, aproveitando o momento em que estética, videoclipe, performance e comportamento começavam a transformar profundamente a imagem do rock durante os anos 1980.
Entrevista — CHIQUINHO SCARPA
Na página 31, a grande entrevista traz Chiquinho Scarpa.
A Playboy o apresenta por meio de sua fortuna, vida social e de um famoso fichário que reuniria milhares de contatos femininos.
A matéria registra o tipo de personagem social que ocupava bastante espaço nas revistas brasileiras daquele período: milionários, festas, vida noturna, consumo e comportamento apareciam como elementos de uma mesma narrativa.
Hoje, a entrevista funciona também como documento de costumes de uma elite social brasileira dos anos 1980.
Walter Guimarães e o Baile das Panteras
Na página 84, Walter Guimarães participa da seção 20 Perguntas.
Sua ligação com o Baile das Panteras acrescenta interesse especial para quem acompanha as Playboys daquele período, já que o universo das Panteras aparece repetidamente na trajetória de diversas modelos que depois chegaram às páginas e às capas da revista.
É mais uma conexão entre a Playboy e o circuito de concursos, festas e revelações femininas tão característico dos anos 1980.
Luís Carlos Prestes — Memórias de um Guerreiro
Na página 58, a revista dedica espaço às memórias de Luís Carlos Prestes.
O conteúdo revisita episódios de sua longa trajetória e especialmente a expedição que ficou conhecida como Coluna Prestes.
A presença dessa reportagem ao lado de ensaios, humor e comportamento ilustra bem a amplitude editorial da Playboy brasileira naquele período.
Uma mesma edição podia combinar fotografia, política, história, vida noturna, ficção e serviço sem abandonar sua identidade de revista de entretenimento.
Índice ou Sumário da Edição
Entrevista
- Página 31 — Chiquinho Scarpa: Fortuna, vida social e comportamento.
- Página 84 — Walter Guimarães: Participação na seção 20 Perguntas, abordando o universo do Baile das Panteras e a descoberta de novos talentos.
Reportagem
- Página 44 — As Favoritas do Poder: Matéria sobre redes de acompanhantes em Brasília.
- Página 58 — Confissões de um Guerreiro: Memórias e trajetória de Luís Carlos Prestes.
- Página 102 — Onde Encontrar as Garotas: Roteiro de verão com lugares e sugestões em diferentes pontos do país.
Mulher
- Página 48 — Cláudia Ohana: Ensaio principal da edição.
- Página 72 — A Garota do Pôster: Tricia.
- Página 88 — Surpresa na Noite: Produção ambientada no metrô de São Paulo.
- Página 97 — Suzana Petit
- Página 106 — Garotas do Rock: Produção relacionada ao universo musical.
Ficção
- Página 82 — O Resgate: História de ficção científica envolvendo uma possível mensagem de seres do espaço.
Serviço
- Página 68 — As Delícias do Rum: História, curiosidades e formas de apreciar a bebida.
- Página 119 — Guia do Corpo: Roteiro de exercícios e orientações para manter a forma.
Humor
- Página 70 — Miguel Paiva: Humor sobre relações e paixões brasileiras.
- Página 81 — Mineirinho
- Página 95 — O Analista de Bagé: Mais uma participação do personagem criado por Luís Fernando Verissimo.
Seções
- Página 3 — Entre Nós
- Página 7 — Caro Playboy
- Página 11 — Doce Vida
- Página 80 — As Coelhinhas: Participações de Christiane Torloni, Simone Carvalho, Kátia Lopes, Sônia Teixeira e outras personalidades.
- Página 150 — Click
- Página 152 — Piadas
Uma Pequena Curiosidade Editorial
O próprio índice traz uma correção referente ao pôster da edição anterior.
A nota informa que, por falha técnica, alguns exemplares haviam saído com indicação incorreta do mês da modelo, registrando novembro quando o correto seria dezembro.
Esse tipo de errata é um pequeno detalhe, mas interessa ao colecionador porque revela o processo editorial físico das revistas de grande tiragem — numa época em que uma informação impressa incorretamente permanecia circulando até que o número seguinte pudesse publicar a correção.
Importância Histórica e Cultural
A Playboy nº 114 abriu 1985 combinando vários retratos de seu tempo.
Cláudia Ohana representava uma nova geração de atrizes brasileiras com trânsito entre cinema e televisão.
Chiquinho Scarpa personificava um universo de alta sociedade, consumo e exposição midiática.
Luís Carlos Prestes trazia para a revista uma dimensão histórica e política completamente diferente.
A noite, o rock, São Paulo, Brasília, o verão e até temas de condicionamento físico apareciam lado a lado.
O resultado é uma publicação especialmente interessante para perceber como uma revista masculina de grande circulação organizava, numa única edição, diferentes aspectos do imaginário brasileiro daquele momento.
Curiosidades da Edição
1. Cláudia Ohana ainda tinha apenas 21 anos
A atriz completaria 22 anos somente em fevereiro de 1985, poucas semanas depois da circulação deste número.
2. Eréndira era uma de suas principais credenciais
Antes dos personagens televisivos que a tornariam ainda mais conhecida, o cinema já havia projetado Cláudia e fornecido à Playboy um gancho importante para apresentá-la.
3. O miolo deste exemplar envelheceu muito pouco
Apesar de publicado há mais de quatro décadas, o papel interno permanece excepcionalmente claro, com amarelamento discreto e localizado.
4. O pôster original sobreviveu
O material de Tricia permanece presente e em excelente estado, algo importante porque pôsteres eram frequentemente destacados, utilizados e separados das revistas.
Valor para Coleção
- Cláudia Ohana em uma das capas mais marcantes de sua juventude
- Fotografia de J.R. Duran
- Edição associada ao período de repercussão de Eréndira
- Pôster original de Tricia presente em excelente estado
- Conteúdo com Chiquinho Scarpa e Luís Carlos Prestes
- Registro da cena urbana, musical e comportamental de janeiro de 1985
- Miolo praticamente sem amarelamento
- Capa, lombada e contracapa em ótimo estado
- Exemplar com conservação geral acima da média para sua idade
Usos e Benefícios
- Acervos cronológicos da Playboy brasileira
- Coleções dedicadas a Cláudia Ohana
- Pesquisa sobre fotografia de J.R. Duran
- Coleções de cinema e televisão brasileira dos anos 1980
- Pesquisa sobre comportamento, moda, publicidade e vida noturna
- Preservação de pôsteres originais da publicação
- Estudo de design editorial brasileiro
- Memória gráfica das bancas brasileiras da década de 1980
Por que Adquirir Este Exemplar?
A nº 114 combina um conteúdo particularmente representativo de janeiro de 1985 com uma condição física que se tornou difícil de encontrar em revistas dessa idade.
A capa de Cláudia Ohana permanece muito bem apresentada. A lombada continua firme. O pôster original está presente. E, principalmente, o miolo conserva uma tonalidade surpreendentemente clara, com envelhecimento muito discreto e localizado.
Somam-se a isso personagens como Chiquinho Scarpa e Luís Carlos Prestes, fotografia de J.R. Duran e um conjunto editorial que atravessa cinema, televisão, política, música, comportamento e vida urbana.
É o tipo de exemplar que atende tanto quem procura completar a sequência numérica quanto o colecionador que privilegia condição, integridade e presença dos materiais originais.
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