Playboy Nº 113 | Dezembro/1984 | Luiza Brunet | Pôster Terry Nihen | Rock in Rio | Ótimo Estado

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Miolo excepcionalmente claro, pôster original preservado e Luiza Brunet em pleno auge fazem desta edição um retrato elegante do Brasil de 1984.

Dezembro de 1984 encerrou o ano preparando o terreno para um verão que entraria para a cultura pop brasileira. Luiza Brunet, aos 22 anos e já transformada em uma das modelos mais reconhecidas do país, ocupa a capa fotografada por J.R. Duran. No interior, a revista antecipava o primeiro Rock in Rio, entrevistava Antônio Carlos Magalhães, conversava com o Barão Vermelho de Cazuza e colocava Gilberto Freyre para investigar, à sua maneira, a preferência nacional. O exemplar preserva ainda o pôster original de Terry Nihen e um miolo que atravessou mais de quatro décadas praticamente sem amarelar.

Estado Geral de Conservação: ÓTIMO

  1. CAPA: Em muito bom estado de conservação, mantendo excelente intensidade de cores, fotografia nítida e chamadas perfeitamente legíveis. Apresenta sinais de desgaste e manuseio nas quatro quinas, com pequenas abrasões e discretos pontos de perda superficial de acabamento. O desgaste é um pouco mais perceptível nas extremidades superior direita e inferior direita, enquanto os cantos esquerdos também apresentam pequenas marcas de atrito. Há ainda leve desgaste ao longo da lateral esquerda, junto à lombada, e discretíssimas marcas superficiais compatíveis com o manuseio de uma revista de 1984. Não há rasgos importantes, grandes vincos ou perdas expressivas de material.
  2. CONTRACAPA: Em ótimo estado, conservando integralmente a publicidade original da Adidas e sua composição gráfica. Apresenta somente leves manchas e tonalizações do tempo, mais perceptíveis nas áreas claras, além de discretos sinais de atrito nas extremidades. Sem rasgos ou danos estruturais relevantes.
  3. LOMBADA: Em ótimo estado de conservação, firme, alinhada e funcional. Apresenta apenas leve desgaste nas extremidades superior e inferior, com pequena abrasão natural pelo tempo e manuseio. A união entre capa, miolo e contracapa permanece bem preservada.
  4. PÔSTER: Presente. O pôster original de Terry Nihen, correspondente à seção Garota do Pôster, encontra-se em excelente estado de conservação, completo e muito bem preservado.
  5. PÁGINAS ADJACENTES AO PÔSTER: Apresentam leve marca de amarelamento nas bordas, provocada pelo contato prolongado entre papéis de características diferentes. A alteração é discreta e localizada.
  6. MIOLO: Íntegro, firme e em ótimo estado de conservação. O papel permanece excepcionalmente claro para uma publicação de dezembro de 1984, praticamente sem amarelamento generalizado. Fotografias, textos, anúncios e cores mantêm excelente apresentação.
  7. OBSERVAÇÃO: Exemplar com 186 páginas, incluindo a contracapa, pôster original presente e excelente preservação interna. As principais marcas de idade concentram-se nas quinas da capa, extremidades da lombada e discretas tonalizações da contracapa.

Luiza Brunet encerra 1984 na capa, Cazuza já aquece os motores para o Rock in Rio e Terry Nihen continua guardada no pôster. Quarenta anos depois, este verão ainda está quase todo intacto.

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Informações Rápidas

  1. Publicação: Playboy Brasil
  2. Tipo de edição: Regular de banca
  3. Número: 113
  4. Ano editorial: Ano 10
  5. Data: Dezembro de 1984
  6. Quantidade de páginas: 186, incluindo a contracapa
  7. Editora: Editora Abril
  8. Preço original de capa: Cr$ 6.000
  9. Modelo da capa: Luiza Brunet
  10. Fotografia da capa: J.R. Duran
  11. Garota do Pôster: Terry Nihen
  12. Pôster: Presente
  13. Estado do pôster: EXCELENTE
  14. Estado da capa: MUITO BOM
  15. Estado do miolo: ÓTIMO / praticamente sem amarelamento
  16. Estado geral: ÓTIMO

Modelo em Destaque — LUIZA BRUNET

Uma das imagens definitivas da beleza brasileira dos anos 1980

Luiza Botelho Brunet nasceu em 24 de maio de 1962, em Itaporã, hoje Mato Grosso do Sul.

Quando esta edição chegou às bancas, em dezembro de 1984, Luiza tinha apenas 22 anos, mas sua imagem já havia ultrapassado o universo estritamente profissional da moda.

Ela representava um novo tipo de celebridade brasileira que ganhava enorme força naquela década: a modelo que deixava de ser apenas o rosto de campanhas e editoriais para se transformar numa personalidade reconhecida pelo grande público.

A própria capa não economiza na definição e a apresenta como a morena mais desejada do Brasil.

Era uma chamada compatível com o momento.

Da origem simples ao primeiro time da moda

A trajetória de Luiza Brunet começou longe do universo glamouroso que posteriormente passaria a representar.

Ainda muito jovem, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou antes de conseguir espaço profissional como modelo. Sua beleza e forte presença fotográfica acabaram levando-a rapidamente para campanhas publicitárias, desfiles e editoriais.

Durante a primeira metade da década de 1980, sua ascensão coincidiu com um momento em que modelos brasileiras começavam a ganhar enorme reconhecimento popular.

Luiza tornou-se uma das representantes mais conhecidas dessa geração.

Seu rosto aparecia na publicidade, nas revistas, na televisão e nos grandes eventos. Aos poucos, o nome deixou de precisar da explicação modelo e passou a funcionar sozinho.

Luiza Brunet e a Playboy

A relação de Luiza com a Playboy ocupa um lugar importante dentro de sua construção como símbolo de beleza dos anos 1980.

A edição nº 113 pertence justamente à fase em que a revista já podia apresentá-la como uma das mulheres mais desejadas do país sem que a chamada parecesse exagerada.

O ensaio começa na página 78 e recebe grande espaço editorial.

A capa fotografada por J.R. Duran evita uma composição complexa. O efeito vem da proximidade.

Luiza aparece em primeiro plano, cabelos escuros, maquiagem marcada e figurino vermelho, olhando diretamente para a câmera. O fundo também trabalha em tons profundos, fazendo com que o amarelo do logotipo Playboy e o vermelho da produção dominem visualmente a banca.

É uma fotografia com enorme identidade dos anos 1980, mas que preservou muito bem sua força estética.

Depois da capa

Nas décadas seguintes, Luiza Brunet ampliaria ainda mais sua presença pública.

Continuou ligada à moda, participou de produções televisivas, publicidade e empreendimentos próprios e construiu também uma relação duradoura com o Carnaval carioca, tornando-se uma das personalidades mais reconhecidas das passarelas do samba.

Sua imagem acabaria atravessando gerações.

Mais tarde, também passaria a usar sua projeção pública em iniciativas relacionadas aos direitos das mulheres e ao enfrentamento da violência contra a mulher.

Essa longevidade acrescenta interesse retrospectivo à nº 113.

Aqui está a Luiza Brunet de 1984, antes de décadas de Carnaval, televisão e presença pública consolidarem definitivamente seu nome na cultura popular brasileira.

Destaque Fotográfico Principal — LUIZA BRUNET

O ensaio de Luiza começa na página 78.

A direção visual da edição trabalha com a imagem de uma mulher já plenamente consciente de sua presença diante da câmera.

O vermelho utilizado na capa torna-se particularmente importante. Ele constrói uma atmosfera mais sofisticada e dramática do que a estética praiana frequentemente usada nas edições de verão.

O resultado funciona como uma espécie de contraponto ao conteúdo interno: enquanto a revista prepara o leitor para praias, hotéis e viagens de verão, Luiza surge numa capa intensa, fechada e elegante.

A fotografia de J.R. Duran reforça essa característica ao concentrar a atenção no rosto e no olhar.

Para uma coleção dedicada à fotografia editorial brasileira, é um belo exemplo da fase em que Duran ajudava a construir boa parte da identidade visual da Playboy nacional.

Garota do Pôster — TERRY NIHEN

A seção Garota do Pôster aparece a partir da página 88.

Terry Nihen nasceu em 17 de setembro de 1960, em Concord, Massachusetts, Estados Unidos.

Ela tinha 24 anos quando esta Playboy foi publicada.

A própria edição apresenta Terry como formada em computação, informação particularmente curiosa para uma modelo fotografada no início dos anos 1980, período em que informática ainda estava longe de fazer parte do cotidiano da maioria das pessoas.

A revista associa sua personalidade a um estilo de vida moderno, criando um contraste interessante entre formação técnica e a linguagem glamourosa tradicional da Garota do Pôster.

Ao contrário de personalidades brasileiras que chegaram à Playboy depois de carreiras extensamente documentadas na televisão ou no cinema, Terry permanece muito mais associada a esse registro fotográfico e editorial.

Isso torna o material original especialmente importante.

O pôster de Terry Nihen está presente neste exemplar e encontra-se em excelente estado de conservação.

As Musas do Verão — Página 64

A revista já se prepara editorialmente para o verão de 1985.

Na página 64, uma produção reúne mulheres, praia e clima de temporada, antecipando uma das pautas que tradicionalmente ocupavam grande espaço nas edições de dezembro e janeiro.

O índice apresenta Karin e suas amigas abrindo a temporada ao sol.

A publicação faz aqui aquilo que dominava muito bem: transformar a chegada do verão em linguagem editorial própria, misturando comportamento, turismo, moda, fotografia e desejo.

Rock in Rio — Antes de o Festival Virar História

Na página 60, um dos conteúdos de maior interesse retrospectivo da edição trata do Rock in Rio.

Quando esta Playboy circulou, em dezembro de 1984, a primeira edição do festival ainda não havia acontecido.

O evento seria realizado em janeiro de 1985.

Isso muda completamente o significado da reportagem para o colecionador atual.

Hoje o Rock in Rio é uma instituição da música e do entretenimento brasileiro. Nesta revista, porém, ele ainda aparece como uma grande promessa prestes a acontecer.

A matéria percorre bastidores, preparação e artistas previstos para o festival, registrando aquele instante raro em que um evento posteriormente histórico ainda pertencia ao futuro.

Barão Vermelho — Página 110

Outro conteúdo diretamente ligado ao ambiente musical daquele momento é a participação do Barão Vermelho na seção 20 Perguntas.

O grupo vivia uma fase particularmente importante, ainda liderado por Cazuza.

A entrevista aborda música, comportamento, vida pessoal e temas provocativos associados à personalidade do cantor.

Essa presença, combinada à reportagem sobre o Rock in Rio, transforma a nº 113 numa edição especialmente interessante para colecionadores ligados à música brasileira dos anos 1980.

Pouco depois, o Barão Vermelho subiria ao palco do primeiro Rock in Rio e faria parte definitivamente da memória daquele festival.

Entrevista — ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES

Na página 31, a grande entrevista política da edição apresenta Antônio Carlos Magalhães.

A Playboy aborda sua trajetória, relações políticas, disputas de poder e bastidores da política baiana e nacional.

A entrevista ganha interesse adicional por ter sido publicada em dezembro de 1984, no encerramento de um ano em que o Brasil vivia intensa movimentação política e se aproximava da transição para um governo civil.

A presença de temas políticos numa revista também fortemente dedicada a entretenimento, fotografia e comportamento demonstra novamente a amplitude editorial alcançada pela Playboy brasileira naquele período.

A Preferência Nacional — GILBERTO FREYRE

Na página 103, a revista coloca Gilberto Freyre diante de um tema absolutamente identificado com o imaginário brasileiro.

O especial investiga histórica e culturalmente a preferência brasileira pelas formas femininas, reunindo texto, representações artísticas e humor.

É uma combinação muito característica da Playboy daquela fase: uma pauta aparentemente leve recebia tratamento histórico, antropológico e visual.

A participação de um intelectual da importância de Gilberto Freyre transforma o conteúdo em uma curiosidade especialmente interessante dentro desta edição.

Dona Maria Maluf — Página 98

A reportagem Meu Filho, Meu Tesouro volta-se para Maria Maluf, mãe de Paulo Maluf.

O conteúdo investiga a formação familiar e a maneira como ela percebia a trajetória e personalidade do filho.

Além do interesse biográfico, a reportagem registra o fascínio das grandes revistas brasileiras da época pelos bastidores familiares das personalidades políticas.

As Aeromoças — Página 120

Em plena edição de verão, a Playboy dedica uma reportagem às aeromoças.

A matéria explora a profissão, rotina, independência e vida pessoal das mulheres que trabalhavam na aviação comercial.

Hoje, além do conteúdo comportamental, o ensaio funciona como documento sobre a imagem pública da profissão durante os anos 1980, quando viajar de avião ainda carregava uma aura social bastante diferente da atual.

Sexstars de 1984 — Página 114

A edição de encerramento do ano também faz sua retrospectiva.

Na página 114, a Playboy revisita alguns dos grandes símbolos sexuais de 1984, reunindo nomes de diferentes áreas do entretenimento e da vida pública.

A chamada da capa destaca o percurso de Cláudia Ohana a Vera Mossa, enquanto o índice amplia a retrospectiva para outros nomes que marcaram aquele ano.

É uma seção especialmente interessante quando lida décadas depois, pois registra não apenas quem era famoso, mas quem a própria imprensa daquele momento considerava representativo do imaginário de 1984.

Verão de 85 — Viagem e Praia

A partir da página 165, a edição assume definitivamente o espírito de férias.

O conteúdo apresenta:

Caribe: destinos e atmosfera tropical.

Aventura: propostas ligadas à natureza e viagens ao ar livre.

Refúgios: seleção de hotéis de praia brasileiros.

Mais do que um simples guia turístico, essas páginas preservam preços, linguagem publicitária, destinos desejados e a maneira como o brasileiro de classe média e alta imaginava suas férias na metade dos anos 1980.

Índice ou Sumário da Edição

Entrevista

  1. Página 31 — Antônio Carlos Magalhães: Política, poder, bastidores e personagens nacionais.
  2. Página 110 — Barão Vermelho: A seção 20 Perguntas conversa com Cazuza e registra o grupo às vésperas do primeiro Rock in Rio.

Reportagem

  1. Página 60 — Rock in Rio: Bastidores e preparação para o festival que aconteceria em janeiro de 1985.
  2. Página 98 — Meu Filho, Meu Tesouro: Dona Maria Maluf fala sobre a formação e trajetória de Paulo Maluf.
  3. Página 120 — As Aeromoças: Profissão, comportamento e cotidiano das mulheres da aviação.

Mulher

  1. Página 64 — As Musas do Verão: Karin e amigas inauguram a temporada de praia.
  2. Página 78 — Luiza Brunet: Principal ensaio fotográfico da edição.
  3. Página 88 — A Garota do Pôster: Terry Nihen.
  4. Página 114 — Sexstars: Retrospectiva dos grandes símbolos sexuais de 1984.

Especial

  1. Página 103 — A Preferência Nacional: Gilberto Freyre investiga aspectos culturais da preferência brasileira pelas formas femininas.

Ficção

  1. Página 72 — Fernando Moreira Salles: História ambientada numa reunião de diretoria que segue caminhos inesperados.

Humor

  1. Página 74 — Presentes Partidários: Miguel Paiva brinca com política e militares.
  2. Página 97 — Mineirinho
  3. Página 113 — O Analista de Bagé: Mais uma história do personagem de Luís Fernando Verissimo.

Viagem

  1. Página 165 — Um Guia para Férias de Verão: Caribe, aventura e seleção de hotéis brasileiros de praia.

Seções

  1. Página 7 — Entre Nós
  2. Página 10 — Caro Playboy
  3. Página 15 — Doce Vida
  4. Página 96 — As Coelhinhas: Betty Faria, Simone Carvalho, Matilde Mastrangi, Cláudia Raia e Angelina Muniz comentam momentos marcantes de 1984.
  5. Página 180 — Click
  6. Página 184 — Piadas

Importância Histórica e Cultural

Poucas coisas definem melhor esta edição do que sua posição no calendário.

Ela é de dezembro de 1984.

Isso significa que olha simultaneamente para trás e para frente.

Para trás, encontra os símbolos sexuais, personagens, músicas e acontecimentos que marcaram 1984.

Para frente, prepara o verão de 1985 e acompanha um evento chamado Rock in Rio que ainda precisava provar ao país aquilo que viria a se tornar.

No centro dessa transição está Luiza Brunet, representante perfeita do glamour brasileiro daquele período.

A edição também mistura Cazuza, Antônio Carlos Magalhães, Gilberto Freyre, política, praias, aviação, Carnaval, comportamento e publicidade.

O resultado é um retrato excepcionalmente amplo do Brasil que entrava em 1985.

Publicidade como Documento de Época

A contracapa preserva uma publicidade da Adidas ligada ao universo da ginástica e à campanha Spirit of the Games.

A própria peça destaca a relação da marca com os Jogos Olímpicos de Los Angeles de 1984 e com o Comitê Olímpico Brasileiro.

Esse anúncio amplia o interesse documental da revista.

Além da fotografia e das reportagens, a publicidade original permite observar produtos, estética, tipografia e estratégias comerciais exatamente como chegavam aos leitores daquela época.

Neste exemplar, a contracapa está muito bem preservada, tornando a peça publicitária particularmente agradável visualmente.

Curiosidades da Edição

1. O Rock in Rio ainda estava no futuro

Hoje é impossível separar o festival da história da música brasileira. Nesta edição, porém, a Playboy o apresenta antes de sua primeira realização.

2. Cazuza aparece na mesma edição que antecipa o festival

O Barão Vermelho recebe a seção 20 Perguntas, criando uma ligação especialmente forte entre a revista e aquele momento do rock brasileiro.

3. Luiza Brunet tinha apenas 22 anos

Apesar da pouca idade, já era tratada pela revista como uma das grandes referências nacionais de beleza e moda.

4. O pôster permaneceu com a revista

O material destacável de Terry Nihen continua presente e em excelente estado, um diferencial relevante em exemplares com mais de quatro décadas.

Valor para Coleção

  1. Luiza Brunet em uma das grandes capas de sua fase clássica.
  2. Fotografia de J.R. Duran.
  3. Pôster original de Terry Nihen presente e em excelente estado.
  4. Reportagem sobre o Rock in Rio antes de sua primeira edição.
  5. Entrevista com o Barão Vermelho ainda liderado por Cazuza.
  6. Entrevista política com Antônio Carlos Magalhães.
  7. Especial com Gilberto Freyre.
  8. Publicidade Adidas ligada ao universo olímpico de 1984.
  9. Miolo excepcionalmente claro e íntegro.
  10. Capa, lombada e contracapa muito bem preservadas.
  11. Forte representatividade da cultura brasileira na passagem de 1984 para 1985.

Usos e Benefícios

  1. Acervos cronológicos da Playboy brasileira.
  2. Coleções dedicadas a Luiza Brunet.
  3. Colecionismo de fotografia de J.R. Duran.
  4. Acervos relacionados a Cazuza e Barão Vermelho.
  5. Coleções sobre o Rock in Rio e história da música brasileira.
  6. Pesquisa de moda, comportamento e publicidade dos anos 1980.
  7. Preservação de pôsteres originais da Playboy.
  8. Pesquisa sobre turismo, política e cultura popular brasileira.
  9. Estudo de design gráfico e linguagem editorial das revistas da década de 1980.

Por que Adquirir Este Exemplar?

A Playboy nº 113 tem mais a oferecer do que uma capa consagrada de Luiza Brunet.

Ela registra o instante imediatamente anterior ao primeiro Rock in Rio, traz Cazuza e o Barão Vermelho em plena efervescência, coloca Gilberto Freyre diante de uma das obsessões culturais brasileiras e fecha 1984 preparando praias, viagens e personagens para o verão seguinte.

Fisicamente, este exemplar acompanha muito bem a força do conteúdo.

As quinas da capa revelam algumas marcas naturais de circulação, mas lombada e contracapa permanecem muito preservadas, o pôster original está presente em excelente estado e o miolo conserva uma tonalidade surpreendentemente clara.

É uma edição que funciona simultaneamente como peça de coleção, documento da cultura pop e fotografia editorial de uma época — com Luiza Brunet exatamente no centro da passagem entre 1984 e o verão que faria 1985 entrar para a história do rock brasileiro.

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Especificação: Playboy Nº 113 | Dezembro/1984 | Luiza Brunet | Pôster Terry Nihen | Rock in Rio | Ótimo Estado

Condição

Década

Formato de Venda

Origem da Edição

Pôster

Tipo de Edição

Dimensions
Weight401 g

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