A Espada Selvagem de Conan Nº 200 | O Jardim do Medo & A Ira de Anu | Julho/2001 | Edição Comemorativa com Mapa da Era Hiboriana
R$34,90
A Espada Selvagem de Conan nº 200 — edição comemorativa com arte de Barry Windsor-Smith e Mapa da Era Hiboriana incluso. Julho/2001, Editora Abril.
Duzentos números. Para uma revista de espada e feitiçaria sobreviver duzentas edições no mercado editorial brasileiro, ela precisa ser mais do que boa — precisa ser indispensável. A Espada Selvagem de Conan foi exatamente isso. E o número 200, lançado em julho de 2001 pela Editora Abril, celebrou essa marca com a única moeda que um bárbaro cimérico aceitaria: sangue, aço e arte de primeira linha.
A edição escolheu para a festa duas histórias clássicas originalmente publicadas em 1971, desenhadas por Barry Windsor-Smith — o artista que definiu visualmente Conan para o mundo. Trinta anos depois, o traço continua devastador. Para completar, a edição traz o lendário Mapa da Era Hiboriana em dupla página: a carta geográfica do mundo de Conan, baseada nos manuscritos originais de Robert E. Howard. Um presente e tanto para quem coleciona.
Informações Rápidas
- Estado Geral do Produto: BOM
- Tipo de edição: Regular de banca — Edição Comemorativa Nº 200
- Número da edição: 200
- Ano/Data: Julho de 2001
- Editora: Abril / Marvel Comics
- Formato: Formatão (revista)
- Total de páginas: 52
- Colorido ou preto e branco: Preto e branco no miolo, capa e contracapa coloridas
- Personagens em destaque: Conan, o Bárbaro
- Saga ou arco: Conan Classics — histórias clássicas de 1971
- Brinde, encarte ou anexo: Mapa da Era Hiboriana em dupla página (págs. 26 e 27) — presente e íntegro
- Estado de conservação: CAPA — brilho preservado, vinco diagonal do canto superior esquerdo em direção ao centro; CONTRACAPA — conservada, sem danos críticos; LOMBADA — leve desgaste por atrito nas extremidades superior e inferior; MIOLO — páginas com amarelamento natural pelo tempo, sem rasgos ou recortes; GRAMPOS — sem ferrugem;
Crom não aceita covardia — e colecionador que deixa o nº 200 passar não merece o bárbaro.
Veja mais informações na descrição do item abaixo
Destaque Editorial da Edição
Chegar ao número 200 de uma publicação mensal no Brasil é uma façanha editorial raramente alcançada — e a A Espada Selvagem de Conan chegou lá. A série da Editora Abril, baseada na licença Marvel, foi a casa do bárbaro cimérico no Brasil por décadas, e esta edição comemorativa honra essa trajetória com uma curadoria precisa: duas histórias do período mais celebrado da série original americana, ambas desenhadas por Barry Windsor-Smith, o artista que transformou Conan num fenômeno visual nos quadrinhos dos anos 1970.
Mais do que uma edição de aniversário, o número 200 funciona como uma declaração de princípios — ao olhar para 1971 como referência de qualidade, a Abril reafirmava de onde vinha a força da série. Para o colecionador de hoje, é um exemplar que concentra arte histórica, marco numérico e um extra cartográfico que poucos exemplares da série podem oferecer.
Personagens em Destaque
Conan, o Bárbaro — o guerreiro cimérico criado por Robert E. Howard em 1932 e publicado originalmente nas páginas da revista Weird Tales. Nas duas histórias desta edição, Conan é retratado em sua fase mais selvagem e primitiva: jovem, brutal e movido por instinto. Em O Jardim do Medo, ele enfrenta uma ameaça sobrenatural num jardim habitado por mamutes e uma serpente alada mortífera. Em A Ira de Anu, o Cimérico confronta o poderio militar de um sacerdote despótico numa cidade coríntia e desperta a fúria de Anu, o lendário deus-touro — uma das entidades mais temidas da Era Hiboriana.
Artistas da Edição
- Roteiro: Roy Thomas — o escritor que adaptou Conan para os quadrinhos Marvel e construiu a mitologia visual do personagem ao longo dos anos 1970.
- Desenhos: Barry Windsor-Smith — considerado um dos maiores artistas da história dos quadrinhos, seu trabalho com Conan no início dos anos 1970 é um marco absoluto do estilo visual de espada e feitiçaria. Cada página é um estudo de composição, textura e expressão dramática.
- Arte-final: Sal Buscema — veterano da Marvel com vasta experiência em títulos de ação.
- Arte de capa: Barry Windsor-Smith (arte) e Donizeti Amorim (cores) — composição de batalha épica sob chuva, com Conan no centro erguendo machado ensanguentado sobre uma horda de inimigos caídos.
- Tradução e adaptação: Luís Fernando Oliveira. Letras: Valéria Calipo & Comicraft.
Sinopse sem Spoiler
Dois contos clássicos da Era Hiboriana, ambos com roteiro de Roy Thomas e arte de Barry Windsor-Smith. No primeiro, Conan e sua companheira atravessam dias de marcha para chegar a um jardim misterioso que esconde uma ameaça mais mortal do que qualquer adversário humano. No segundo, o Cimérico desafia o poder absoluto de um sacerdote em território inimigo — e descobre que há forças neste mundo muito além da força dos músculos.
Índice da Edição
- Pág. 5 — O Jardim do Medo (originalmente publicada em setembro de 1971): história completa por Roy Thomas, Barry Windsor-Smith e Sal Buscema. Conan em um jardim habitado por mamutes e uma serpente alada.
- Pág. 24 — Pergaminhos Hiborianos: seção de cartas dos leitores — documento de época que registra a relação entre a revista e seu público fiel.
- Págs. 26 e 27 — Mapa da Era Hiboriana: carta geográfica dupla página do mundo conhecido de Conan, baseada nos manuscritos de Robert E. Howard e nas pesquisas de L. Sprague de Camp e Lin Carter. Arte e pesquisa de J.A. Conrid.
- Pág. 28 — A Ira de Anu (originalmente publicada em outubro de 1971): história completa por Roy Thomas, Barry Windsor-Smith e Sal Buscema. Conan numa cidade coríntia enfrenta um sacerdote despótico e desperta a ira do deus-touro Anu.
Importância Histórica e Cultural
A série A Espada Selvagem de Conan da Editora Abril foi durante décadas o principal veículo da ficção de espada e feitiçaria no mercado editorial brasileiro. O número 200 representa não apenas um marco de longevidade, mas um gesto editorial consciente: revisitar 1971 como ponto de origem da qualidade. As histórias de Roy Thomas e Barry Windsor-Smith daquele período são consideradas até hoje o ápice criativo do Conan nos quadrinhos — e republicá-las na edição comemorativa foi uma declaração clara sobre o que a série sempre foi. O Mapa da Era Hiboriana incluso reforça o caráter documental do exemplar, conectando o leitor diretamente à mitologia construída por Robert E. Howard nos anos 1930.
Curiosidades Históricas
- Barry Windsor-Smith tinha apenas 19 anos quando começou a desenhar Conan para a Marvel em 1970. Seu traço evoluiu radicalmente ao longo de apenas dois anos na série, passando de uma influência visivelmente Kirbyesca para um estilo próprio, detalhado e expressivo que influenciaria gerações de artistas de fantasia.
- O Mapa da Era Hiboriana reproduzido nesta edição é baseado no mapa original elaborado pelo próprio Robert E. Howard como material de apoio para seus contos — um documento criativo que Howard nunca pretendeu publicar, mas que se tornou peça central da mitologia Conaniana.
- A parceria entre Roy Thomas e Barry Windsor-Smith nas histórias de 1971 é considerada uma das mais produtivas da história da Marvel — e foi diretamente responsável por transformar Conan de um personagem literário de nicho num fenômeno dos quadrinhos mundiais.
Valor para Coleção
- Apelo de capa: arte monumental de Barry Windsor-Smith — uma das capas mais impactantes da série, com composição de batalha e tratamento de cor de Donizeti Amorim que rivaliza com qualquer publicação internacional da época.
- Interesse editorial: edição nº 200, marco de longevidade, com duas histórias clássicas de Windsor-Smith e o Mapa da Era Hiboriana incluso.
- Representatividade de época: captura o momento final da série Abril antes das transformações do mercado editorial brasileiro dos anos 2000.
Usos e Benefícios
- Peça indispensável para colecionadores da série A Espada Selvagem de Conan — marco numérico insubstituível no conjunto.
- Material de alto valor para pesquisa sobre a obra de Barry Windsor-Smith e a fase clássica da Marvel dos anos 1970.
- Excelente para acervos de HQs brasileiras de fantasia e espada e feitiçaria.
Por que Adquirir Este Exemplar?
- Edição comemorativa nº 200 com arte de Barry Windsor-Smith, roteiro de Roy Thomas e Mapa da Era Hiboriana em dupla página — três diferenciais reais num único exemplar.
- Conteúdo que vai muito além da história em quadrinhos: é um documento da mitologia criada por Robert E. Howard e da fase mais celebrada do Conan nos quadrinhos.
- Exemplar em bom estado de conservação, adequado para coleção e preservação de memória editorial brasileira.
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Especificação: A Espada Selvagem de Conan Nº 200 | O Jardim do Medo & A Ira de Anu | Julho/2001 | Edição Comemorativa com Mapa da Era Hiboriana
| Peso | 101 g |
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