Playboy Nº 130 | Maio/1986 | Luiza Brunet | Pôster Presente | 3ª Capa na Playboy – LEIA A DESCRIÇÃO
R$24,90
Às vésperas do Mundial do México, literatura, futebol, moda e comportamento dividem espaço num retrato vivo do Brasil em pleno clima de Copa.
O país já respirava futebol quando este número chegou às bancas. A Playboy transformou aquele ambiente pré-Mundial em projeto editorial: bandeira brasileira, moda, esporte e uma produção especialmente concebida para o momento convivem com jornalismo, literatura e comportamento. A atmosfera de 1986 atravessa a revista inteira, das referências à Seleção à longa entrevista com Mario Vargas Llosa. Mesmo com as marcas acumuladas em quatro décadas, é uma edição que continua carregando com força a personalidade de seu tempo.
Estado Geral de Conservação: REGULAR
- CAPA: mantém completa a composição gráfica, a fotografia e as chamadas, porém apresenta manchas e amarelamento decorrentes do tempo, sujidade pontual e desgaste superficial generalizado. Há abrasões e riscos horizontais na região central, alguns atravessando áreas da fotografia, além de atrito nas extremidades. A margem esquerda, junto à lombada, apresenta desgaste mais acentuado, com pequenas perdas superficiais e sinais evidentes de manuseio. Cantos e bordas também mostram envelhecimento e atrito.
- CONTRACAPA: ausente. Trata-se da perda física mais importante do exemplar, deixando a página final do miolo diretamente exposta.
- LOMBADA: apresenta manchas acentuadas, amarelamento, vinco longitudinal de abertura e forte desgaste por atrito. A extremidade superior está bastante castigada, com pequena perda e abertura do revestimento, e há ainda ruptura localizada na região superior/intermediária, acompanhada por abrasão. A identificação impressa da edição permanece legível.
- PÔSTER: presente, porém destacado do conjunto original. Conserva pequeno picote no ponto em que foi separado, mas sua permanência é um diferencial importante desta edição, especialmente pela ligação direta do pôster com Luiza Brunet e a temática da Copa.
- MIOLO: composto por 184 páginas, com amarelamento principalmente nas bordas e sinais naturais de envelhecimento do papel. A folha 81–82 apresenta marca de dobra. Há ainda mancha na faixa superior de parte das folhas, com aspecto compatível com antiga umidade, acompanhada por enrugamento e alguma ondulação localizada do papel.
- OBSERVAÇÃO: a página 184, seção As Piadas de Playboy, encontra-se diretamente exposta pela ausência da contracapa e apresenta pequeno rasgo na borda superior próximo à lombada, além de enrugamento, vincos e amarelamento. O exemplar não acompanha o suplemento avulso original com a tabela da Copa. A combinação de contracapa ausente, desgaste acentuado da lombada, sinais de antiga umidade e pôster destacado determina a classificação REGULAR, embora o conteúdo principal permaneça preservado até a página final.
A tabela da Copa ficou pelo caminho; a madrinha, o pôster e todo aquele Brasil de 1986 continuaram por aqui. Para uma coleção que cruza Playboy e futebol, pouca coisa poderia ser mais específica.
Mais informações na descrição do item abaixo
Informações Rápidas
- Tipo de edição: Regular de banca
- Número da edição: 130
- Ano/Data: Maio de 1986
- Quantidade de páginas: 184 páginas
- Editora: Abril
- Preço de capa da época: Cz$ 25,00
Modelo em Destaque — Luiza Brunet
Luiza Botelho da Silva, conhecida profissionalmente como Luiza Brunet, nasceu em 24 de maio de 1962, em Itaporã, Mato Grosso do Sul. De origem simples, mudou-se ainda jovem com a família para o Rio de Janeiro e começou a trabalhar cedo. Antes de alcançar projeção nacional como modelo, passou por atividades no comércio e em serviços, numa trajetória bastante distante do universo das grandes campanhas publicitárias que posteriormente a transformaria em um dos rostos mais reconhecidos da moda brasileira.
Sua ascensão aconteceu no início dos anos 1980, e a associação com as campanhas da Dijon teve papel decisivo na construção de sua imagem pública. Luiza deixou de ser apenas uma modelo de passarela e publicidade para ocupar um espaço raro naquele período: tornou-se uma personalidade reconhecível pelo grande público, circulando simultaneamente por moda, televisão, Carnaval e revistas de circulação nacional.
Quando a Playboy nº 130 chegou às bancas, Luiza atravessava exatamente esse momento de consolidação. Em maio de 1986, passou dos 23 para os 24 anos, completados em 24 de maio. Já havia estrelado as capas de maio de 1983 e dezembro de 1984, fazendo deste número sua terceira capa na Playboy brasileira. A repetição não era casual: poucas modelos daquela geração construíram relação visual tão marcante com a revista.
O próprio ano de 1986 ajuda a medir aquele momento profissional. Luiza ampliava sua presença para além das campanhas de moda, aparecendo também em produções de televisão e cinema e fortalecendo uma imagem pública que já dialogava diretamente com a cultura popular brasileira.
Sua ligação com o Carnaval também se tornaria uma das marcas mais reconhecíveis de sua trajetória. A partir de meados dos anos 1980, Luiza passou a ser fortemente associada à Portela, consolidando-se como uma das grandes figuras femininas dos desfiles cariocas de sua geração.
Décadas depois, sua trajetória ganhou outra dimensão pública. Além da carreira como modelo, atriz e empresária, Luiza Brunet tornou-se uma voz ativa no enfrentamento à violência contra a mulher, participando de campanhas e ações de conscientização.
Para o colecionador, a nº 130 captura um ponto particularmente interessante dessa história: Luiza ainda tinha apenas 23 para 24 anos, mas já era uma personalidade consolidada o suficiente para retornar pela terceira vez à capa da revista. O número registra a passagem entre a supermodelo dos primeiros anos da década e a figura de cultura popular que permaneceria reconhecível muito além da moda.
Playmate do Mês — Luiza Brunet
O ensaio central foi construído para conversar diretamente com a Copa do Mundo do México. A direção visual usa verde, amarelo, a bandeira brasileira e referências esportivas para posicionar Luiza como a madrinha da Seleção dentro do universo editorial da revista.
A capa transforma essa ideia em uma imagem imediatamente identificável com 1986: cabelo volumoso, acessórios amarelos, figurino também em amarelo e a bandeira nacional ocupando grande parte do fundo. Não se trata de uma produção genérica associada posteriormente ao futebol; todo o conceito visual conversa diretamente com o sentimento nacional que antecedia o Mundial.
Os créditos impressos na própria edição identificam J.R. Duran na fotografia da capa, inserindo o exemplar no universo da fotografia editorial brasileira de alto nível dos anos 1980.
O ensaio ganha ainda mais coerência dentro da revista por estar relacionado à seção Seleção Playboy da Copa, iniciada na página 72. O pôster original amplia essa construção temática e, mesmo destacado neste exemplar, permanece como uma das peças mais importantes do conjunto.
Outros Ensaios
- Denise Escamilla: aparece a partir da página 60 em Mulher Bonita, numa produção ambientada no México e inspirada no universo das touradas. A escolha reforça a ligação geográfica da edição com o país que receberia a Copa do Mundo poucas semanas depois.
- Eunice: destaque da matéria Os Seios Mais Caros do Brasil, na página 93, construída em torno da curiosidade de um seguro de alto valor associado à modelo.
Índice ou Sumário da Edição
Abertura e Colunas
- Entre Nós — página 3: abertura editorial da revista.
- Caro Playboy — página 8: espaço tradicional de contato com os leitores.
- Assessoria — página 12: seção de orientação e serviço.
Doce Vida
- Márcia Dornelles — página 17: coluna ligada ao ambiente social e ao clima que antecedia a Copa.
- Música — página 19: panorama de uma nova geração de músicos ingleses.
- Vídeo — página 21: televisão e jornalismo vistos pelo ângulo da audiência e da qualidade de produção.
- Cinema — página 23: abordagem de Entre Dois Amores após sua passagem pelo Oscar.
- Leitura — página 25: discussão da reforma econômica brasileira a partir de publicação organizada por Pérsio Arida.
- Esporte — página 27: basquete, mudanças táticas e matemática aplicadas ao esporte e à Copa.
- Insiders — página 38: moda masculina, comportamento e estilo.
Primeira Pessoa
- Mulheres — página 31: Cristina Duarte aborda novas vertentes do feminismo.
- Homens — página 35: José Antonio Pinheiro Machado discute escolhas ligadas à vida masculina.
- Minha Copa Inesquecível — página 148: memória pessoal ligada ao futebol brasileiro e ao tricampeonato mundial.
Poder e Fama
- Entrevista: Mario Vargas Llosa — página 43: longa conversa com o escritor peruano sobre literatura, mulheres, política, liberdade, projetos, amigos e adversários. Décadas depois, Vargas Llosa receberia o Prêmio Nobel de Literatura de 2010, ampliando retrospectivamente o interesse documental dessa entrevista.
- Júnior — página 106: vinte perguntas ao jogador da Seleção Brasileira, passando por futebol, vinho, samba e vida pessoal.
Reportagem
- O Caso do Repórter que Sabia Demais — página 56: investigação sobre os bastidores do assassinato do jornalista Mário Eugênio, um dos casos policiais de grande repercussão envolvendo a imprensa brasileira.
- O Homem que Criou o Coração de Plástico — página 90: perfil do médico e pesquisador Robert Jarvik, ligado ao desenvolvimento do coração artificial.
Desejos e Prazeres
- Mulher Bonita — página 60: Denise Escamilla em produção realizada no México, usando o universo das touradas como cenário visual.
- Seleção Playboy da Copa — página 72: Luiza Brunet apresentada como madrinha da Seleção num dos grandes eixos temáticos desta edição.
- Os Seios Mais Caros do Brasil — página 93: ensaio e reportagem com Eunice, apoiados na curiosidade de um seguro milionário.
Comida
- As Delícias de um Grande Voo Internacional — página 66: gastronomia de primeira classe nos grandes voos internacionais, reveladora do imaginário de luxo e viagens dos anos 1980.
Humor
- Filosofia Sobre Rodas — página 18: Marcelo Duarte reúne frases e humor ligados aos para-choques brasileiros.
- O Analista de Bagé — página 89: presença do conhecido personagem do humor brasileiro.
- As Piadas de Playboy — página 184: seção que encerra o conteúdo numerado da revista e corresponde à página final preservada neste exemplar.
Ficção e Romance
- Os Lacaios e a Rainha Louca — página 98: ficção de Dilea Frate, mantendo a tradição da revista de reservar espaço à literatura.
- Beijos — página 110: matéria que percorre referências culturais e nomes como Cláudia Raia para abordar o beijo como linguagem de comportamento e sedução.
A Seu Serviço
- Sintonize o Mundo com Sua Antena Parabólica — página 102: tecnologia doméstica num momento em que a recepção via satélite despertava crescente interesse.
- Guia de Moda Inverno 86 — página 153: combinações masculinas de camisas, gravatas, malhas, blusões e outras peças da estação.
Outras Seções
- Zoom — página 36: Luís Nassif aborda investimentos no novo ambiente econômico criado pelo cruzado.
- Em Cena — página 171: destaque para uma nova geração de calculadoras eletrônicas.
- Sucesso — página 176: histórias e conselhos de pessoas que alcançaram projeção profissional.
- Click — página 182: registros sociais envolvendo Luiza Brunet, Hebe Camargo e Vera Mossa.
Importância Histórica e Cultural
A nº 130 funciona quase como uma cápsula editorial do Brasil de 1986. O Mundial do México domina parte importante do imaginário da edição, mas divide espaço com assuntos que revelam outras transformações daquele momento: antenas parabólicas, calculadoras eletrônicas, moda masculina, viagens internacionais, investimentos e a recente adoção do cruzado.
Essa mistura ajuda a entender o espaço ocupado pela Playboy brasileira na década de 1980. Os ensaios conviviam com entrevistas longas, literatura, economia, tecnologia, esporte, comportamento e jornalismo. A presença de Mario Vargas Llosa numa entrevista extensa é particularmente representativa dessa ambição editorial.
A própria materialidade da revista registra a época. O preço de capa de Cz$ 25,00, as numerosas chamadas, a composição gráfica, as escolhas tipográficas e a densidade de conteúdo impresso ajudam a transformar o exemplar em documento não apenas da história da Playboy, mas também do mercado editorial brasileiro daquele período.
Curiosidades da Edição
- Esta foi a terceira capa de Luiza Brunet na Playboy brasileira, depois das edições de maio de 1983 e dezembro de 1984.
- Luiza nasceu em 24 de maio de 1962. Portanto, durante o mês de circulação desta edição, completou exatamente 24 anos.
- A edição traz uma extensa entrevista com Mario Vargas Llosa, publicada 24 anos antes de o escritor receber o Prêmio Nobel de Literatura de 2010.
- O tema da Copa se espalha muito além da capa: aparece no ensaio, no pôster, em matérias esportivas, na entrevista com Júnior e até em uma produção realizada no México.
Valor para Coleção
- Terceira capa de Luiza Brunet: ponto importante para quem organiza uma coleção dedicada às grandes modelos recorrentes da Playboy brasileira.
- Pôster original presente: embora destacado e com pequeno picote no ponto de separação, conserva um anexo diretamente relacionado ao principal conceito editorial da edição.
- Forte identidade de 1986: Copa do Mundo, mudanças econômicas, moda, tecnologia e personagens da cultura brasileira aparecem concentrados num único número.
- Entrevista de Mario Vargas Llosa: conteúdo que ganhou interesse histórico adicional com a posterior projeção internacional do escritor e a concessão do Nobel de Literatura.
- Condição física claramente documentada: a ausência da contracapa, os sinais de antiga umidade, o desgaste da lombada e a falta da tabela avulsa da Copa tornam este exemplar mais indicado para quem privilegia conteúdo, tema, pôster e memória editorial do que estado de conservação elevado.
Usos e Benefícios
- Excelente complemento para coleções da Playboy brasileira dos anos 1980.
- Interesse especial para acervos dedicados a Luiza Brunet.
- Peça temática para coleções relacionadas à Copa do Mundo de 1986 e à memória do futebol brasileiro.
- Material para pesquisa de fotografia editorial, publicidade, moda, design gráfico e comportamento.
- Fonte visual para estudos sobre imprensa, cultura popular e hábitos de consumo da década de 1980.
- Exemplar de forte apelo afetivo para quem acompanhou aquela geração de revistas de banca.
Por que Adquirir Este Exemplar?
- Reúne Luiza Brunet em sua terceira capa da Playboy, num momento decisivo de consolidação de sua imagem pública.
- Conserva o pôster original, mesmo destacado, elemento especialmente importante numa edição construída em torno do clima de Copa.
- Traz uma combinação editorial marcante: Mario Vargas Llosa, Júnior, futebol, literatura, tecnologia, comportamento e moda compartilhando o mesmo número.
- É uma peça indicada ao colecionador que aceita um exemplar em estado REGULAR, com perdas e desgastes claramente identificados, em troca de preservar uma edição de forte personalidade histórica e ainda acompanhada de seu principal anexo colecionável.
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Especificação: Playboy Nº 130 | Maio/1986 | Luiza Brunet | Pôster Presente | 3ª Capa na Playboy – LEIA A DESCRIÇÃO
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